Refém israelense que o Hamas obrigou a cavar a própria cova é libertado e reencontra a família. Foto: Reprodução
Após 738 dias em cativeiro, o israelense Evyatar David voltou para casa. Ele estava entre os últimos reféns libertados pelo grupo Hamas, na Faixa de Gaza, em uma operação mediada pela Cruz Vermelha Internacional e supervisionada pelo Exército de Israel. A libertação ocorreu nesta segunda-feira, 13 de outubro, como parte do acordo de cessar-fogo negociado no Egito, com apoio de Catar e Estados Unidos.
Durante o período em que permaneceu nas mãos do Hamas, ele foi obrigado a cavar a própria cova, segundo informações confirmadas por autoridades israelenses.
Imagens divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) mostraram o reencontro de Evyatar com seus familiares. O momento foi marcado por abraços e emoção, encerrando uma espera de mais de dois anos.
Evyatar foi um dos civis capturados durante os ataques de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas invadiu comunidades no sul de Israel, matando e sequestrando centenas de pessoas.
Israel confirmou que os 20 reféns já chegaram ao país. Matan Angrest, Gali Berman, Ziv Berman, Alon Ohel, Eitan Horn, Omri Miran e Guy-Gilbo Dalal foram os sete primeiros à retornarem ao país. Os outros 13 também já estão com as forças israelenses.
A operação 'Voltando para Casa' prevê que os reféns sejam levados a uma base militar, onde ocorrerá o reencontro com os familiares, antes de serem transportados de helicóptero para hospitais israelenses.
Eles foram sequestrados por integrantes do grupo terrorista no ataque surpresa de 7 de outubro de 2023 no sul de Israel, que desencadeou a guerra em Gaza.
De acordo com fonte do Exército israelense, o Hamas permitiu mais cedo o contato, por chamada de vídeo e por meio da Cruz Vermelha, de familiares com ao menos três reféns, Matan Zangauker, Nimrod Cohen, Ariel e David Cunio. Os três ainda não tinham sido devolvidos quando isso aconteceu.
Metade dos 28 corpos daqueles que morreram sob poder do Hamas no território palestino também devem ser devolvidos nesta segunda, enquanto o restante deve ser entregue nas próximas etapas da trégua acordada na semana passada entre a facção e Israel.
O número inclui os restos mortais de um soldado israelense morto em 2014 em uma guerra anterior em Gaza também devem ser devolvidos.
O grupo também publicou uma lista com os mais de 1,9 mil prisioneiros palestinos que devem ser soltos.
Com informações do Estadão Conteúdo
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