Operação conjunta entre EUA e Venezuela elimina chefe do maior cartel venezuelano Foto: Reprodução
Os governos dos Estados Unidos e da Venezuela uniram forças para desmantelar o topo de uma das maiores organizações criminosas do continente. Uma operação conjunta realizada na última sexta-feira, 12 de junho, resultou na morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como "Niño Guerrero", o líder máximo da facção venezuelana Tren de Aragua.
A confirmação da morte do criminoso partiu inicialmente do presidente americano, Donald Trump. Em sua rede social, Truth Social, Trump publicou um vídeo que registra o momento da ofensiva e exaltou o sucesso da missão, conduzida pelo Comando Sul dos EUA. O mandatário classificou o grupo como "uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta".
Pouco tempo após o pronunciamento de Washington, o governo da Venezuela confirmou sua participação na ofensiva. De acordo com o comunicado oficial de Caracas, a operação ocorreu no sudeste do estado de Bolívar, onde Niño Guerrero foi "neutralizado" após um intenso confronto armado.
O governo venezuelano destacou que o desfecho só foi possível graças ao uso de tecnologia especializada e a um constante intercâmbio de informações de inteligência entre os dois países.
O próprio presidente americano reconheceu a parceria, afirmando que a ação foi coordenada diretamente com as autoridades venezuelanas, com quem os EUA vêm mantendo um alinhamento operacional bem-sucedido.
A eliminação de Niño Guerrero é o ápice de uma estratégia de sufocamento contra o Tren de Aragua que já vinha ganhando força.
No ano passado, a Casa Branca elevou o status da facção para o nível de organização terrorista, justificando medidas mais drásticas de combate.
Desde então, o Comando Sul dos EUA vinha interceptando e atacando embarcações do grupo no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico, sob a acusação de que a estrutura era utilizada para escoar drogas rumo ao território americano.
Na época, Trump chegou a declarar publicamente que o país enfrentava um "conflito armado" contra as gangues venezuelanas.
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Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Data, cinco sextos desse derretimento não provêm do ar mais quente, mas sim das águas mais quentes que corroem as calotas polares por baixo.
O chefe do executivo em seu pronunciamento voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil.
Ao abordar especificamente conflitos e guerras no Oriente Médio, na Ucrânia, no Sudão e em Mianmar, ele avaliou que o cenário demonstra o que acontece quando o poder sai do controle.
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