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Nos EUA, Casa Branca condena bloqueio do X/Twitter no Brasil: "liberdade de expressão"

A porta-voz, Karine Jean-Pierre, não comentou sobre o fato da plataforma ter descumprido decisões judiciais da Suprema Corte brasileira.

Gabriel Alves

19 de setembro de 2024 às 15:12   - Atualizado às 16:30

Nos EUA, Casa Branca condena bloqueio do X/Twitter no Brasil: "liberdade de expressão".

Nos EUA, Casa Branca condena bloqueio do X/Twitter no Brasil: "liberdade de expressão". Foto: Reprodução

A porta-voz do governo dos Estados Unidos, Karine Jean-Pierre, condenou o bloqueio da rede social X (antigo Twitter) no Brasil. O posicionamento foi dado na terça-feira, 17 de setembro, durante uma entrevista coletiva, em resposta à pergunta da jornalista Raquel Krahenbuhl, da TV Globo. Krahenbuhl questionou Jean-Pierre sobre a posição da Casa Branca em relação à suspensão da rede social, que começou no dia 31 de agosto.

“Acho que, quando se trata de redes sociais, sempre fomos muito claros de que todos devem ter acesso às redes, é uma forma de liberdade, de liberdade de expressão”, declarou.

 

Jean-Pierre não falou sobre o fato de a plataforma ter descumprido decisões judiciais da Suprema Corte brasileira.

X de volta no Brasil: Musk aceita cumprir decisões de Moraes

Nesta quinta-feira, 19 de setembro, os advogados do empresário Elon Musk anunciaram que o X, antigo Twitter, irá cumprir as medidas impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para voltar a atuar no Brasil. Vale lembrar que a rede social estava suspensa no país desde o dia 30 de agosto devido ao não cumprimento de exigências judiciais feitas pelo ministro. 

Segundo informações, Musk aceitou a proposta e, desde a noite passada, os perfis que estavam bloqueados começaram a ser restringidos.

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X volta a ser acessado no Brasil 

Na quarta-feira, 18 de setembro, usuários do X (antigo Twitter) celebraram o retorno da plataforma após quase 20 dias de bloqueio. Frases como "O Twitter voltou" e "Gente o Twitter" dominaram os Trending Topics, acumulando 14,5 mil e 18,5 mil publicações, respectivamente.

Após o ocorrido da volta não autorizada da rede social, o X protocolou uma petição ao STF, afirmando que o retorno da rede social ao país, ocorrido na quarta-feira (18), se deu por uma falha técnica e não foi intencional.

Essa nova abordagem jurídica surgiu após uma mudança na equipe que defende o X no Brasil. O escritório Pinheiro Neto, um dos mais renomados do país, havia se desligado do caso na semana passada.

Estratégia de Musk 

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) informou na quarta-feira, 18 de de setembro, que uma atualização operacional realizada pela rede social X permite que usuários de internet passem a acessar a plataforma. 

A rede está suspensa desde o início deste mês por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. No entanto, na manhã de hoje, usuários relataram ter conseguido acessar a plataforma de forma livre, sem acesso por meio de aplicativos de Virtual Private Network (VPN), mecanismo usado para burlar a suspensão.

Nos bastidores, a atualização da rede social é vista pelo Supremo e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como uma forma de burlar a suspensão.

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