Site da Netflix Foto: Reprodução /Internet
A Netflix pretende reduzir em aproximadamente 6% seu quadro de funcionários, o equivalente a cerca de mil postos de trabalho.
A medida representa a maior rodada de demissões da plataforma de streaming desde 2022, segundo informações publicadas pelo jornal The Wall Street Journal nesta quarta-feira (14).
De acordo com o periódico, os co-presidentes executivos da empresa, Greg Peters e Ted Sarandos, comunicaram a decisão aos funcionários por meio de um e-mail enviado na manhã desta quarta-feira.
A maior parte dos desligamentos deverá atingir as equipes de produto, tecnologia, recursos humanos e o departamento jurídico.
Em 2025, a companhia contava com aproximadamente 16 mil funcionários em tempo integral.
Procurada pela agência Reuters, a Netflix não respondeu imediatamente ao pedido de comentário.
Os cortes acontecem em meio à disputa cada vez mais acirrada pela atenção dos consumidores e à concentração de empresas no mercado global de mídia e entretenimento.
Além das assinaturas, principal fonte de receita da plataforma, a Netflix tem ampliado os investimentos em outras áreas para fortalecer sua atuação no setor.
Entre as iniciativas estão a expansão da publicidade, a transmissão de eventos ao vivo e o desenvolvimento de jogos.
A estratégia busca ampliar as possibilidades de monetização e manter a competitividade diante de empresas que disputam o mesmo público no mercado de entretenimento digital.
Outro fator que movimenta o setor são as negociações envolvendo grandes grupos de mídia. No início de 2026, a Netflix perdeu para a Paramount Skydance a disputa pelos ativos de estúdios e streaming da Warner Bros. Discovery.
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O procedimento teve como objetivo remover a parte do pulmão afetada. Após a cirurgia, o pontífice permaneceu internado para recuperação e acompanhamento médico.
O diagnóstico foi confirmado durante a operação, por meio de um exame histológico realizado pela equipe médica.
O procedimento foi realizado no Hospital Gemelli, em Roma, na Itália.
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