Lua de Sangue. Foto: Getty Images
A aproximação de um novo eclipse lunar total tem movimentado redes sociais e despertado dúvidas em diferentes países. Chamado popularmente de “Lua de Sangue”, o fenômeno ocorre na madrugada de 3 de março e, apesar do nome impactante, não representa qualquer risco para a população.
O termo ganhou popularidade por causa da coloração avermelhada que a Lua pode adquirir durante a fase total do eclipse. A tonalidade intensa, que contrasta com o brilho habitual do satélite, costuma gerar especulações e até teorias infundadas, mas trata-se de um processo natural explicado pela astronomia.
O fenômeno acontece durante um eclipse lunar total, quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural.
Existem três tipos de eclipse lunar:
É nessa última fase que surge o tom avermelhado. A cor ocorre porque a luz solar, ao atravessar a atmosfera terrestre, sofre dispersão: os tons azulados são filtrados e os avermelhados conseguem alcançar a superfície lunar.
No Brasil, a visibilidade será limitada. O eclipse ocorrerá ao amanhecer.
Nas regiões Norte e Centro-Oeste, será possível observar parte da fase parcial. Já no Sul, Sudeste e Nordeste, apenas a fase penumbral poderá ser percebida, de forma discreta.
A fase total, quando a Lua fica completamente avermelhada, não será visível no país.
Não. Diferentemente do eclipse solar, que exige proteção ocular, o eclipse lunar pode ser observado a olho nu sem qualquer prejuízo à visão.
Especialistas recomendam apenas buscar um local com céu limpo e pouca iluminação artificial para melhor contemplação do fenômeno.
Eventos como esse fazem parte do ciclo natural entre Terra, Lua e Sol e ocorrem algumas vezes ao longo dos anos. Apesar do nome dramático, a “Lua de Sangue” é apenas um espetáculo astronômico que reforça o fascínio humano pelo céu.
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