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Mark Zuckerberg diz que América Latina tem "tribunais secretos de censura"

Embora não cite o Brasil, uma das principais disputas entre autoridades e redes sociais no ano passado foi o bloqueio do X pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

Ricardo Lélis

07 de janeiro de 2025 às 16:14   - Atualizado às 16:14

Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Em uma sinalização a Donald Trump, Mark Zuckerberg publicou, nesta terça-feira, 7 de janeiro, em sua conta do Instagram, um vídeo anunciando uma série de mudanças de moderação de conteúdo e checagem de informações nas redes sociais da Meta: Facebook, Instagram e Threads.

O executivo afirmou que a decisão foi tomada para acabar com uma suposta censura na plataforma e afirmou que a América Latina tem "tribunais secretos de censura" Procurada pela reportagem para comentar a declaração, a Meta não quis se manifestar.

Segundo o CEO, as medidas são em defesa da liberdade de expressão "que foi perdida" nas plataformas ao longo dos últimos anos.

O bilionário criticou ações tomadas por governos da União Europeia, América Latina e China. Ele também afirmou que vai contar com o governo de Donald Trump para pressionar governos de todo o mundo para encerrar regulação que "censure plataformas".

De acordo com Zuckerberg, as mudanças são para as redes sociais voltarem para suas "raízes e origens". Segundo ele, os sistemas de regulação das redes sociais se tornaram muito políticos e apresentam muitas falhas.

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Para o CEO, dessa forma, com menos regulações será mais fácil de evitar que o conteúdo de "pessoas inocentes" seja apagado por engano.

No vídeo, Zuckerberg critica as medidas de regulação de redes sociais criadas por governos ao redor do mundo. E, além disso, diz que "a América Latina tem tribunais secretos de censura".

Embora não cite o Brasil, uma das principais disputas entre autoridades e redes sociais no ano passado foi o bloqueio do X pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

A rede social ficou bloqueada no País por 40 dias após a empresa se recusar a cumprir ordens do magistrado que, entre outras exigências, demandava o bloqueio de perfis ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro acusados de disseminar desinformação.

"Trabalharemos com o presidente Trump para repelir os governos de todo o mundo que estão perseguindo empresas americanas e pressionando para censurar mais. Os EUA têm as proteções constitucionais mais fortes do mundo para a liberdade de expressão. A Europa tem um número cada vez maior de leis, institucionalizando a censura e dificultando a criação de algo inovador por lá. Os países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas do ar silenciosamente. A China censurou nossos aplicativos, impedindo-os até mesmo de funcionar no país. A única maneira de impedirmos essa tendência global é com o apoio do governo dos EUA. E é por isso que foi tão difícil nos últimos quatro anos, quando até mesmo o governo dos EUA pressionou por censura", afirmou Zuckerberg.

Estadão Conteúdo

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