Mark Zuckerberg. Foto: Divulgação
A Meta decidiu encerrar o programa de checagem profissional de fatos em suas plataformas e substituí-lo por um modelo semelhante ao do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem sugerir notas de esclarecimentos.
A medida reflete a intenção da empresa de priorizar a liberdade de expressão, segundo afirmou o CEO da companhia americana, Mark Zuckerberg.
"Governos e veículos de mídia tradicional têm pressionado por censura cada vez mais", acusou ele, em um vídeo divulgado nesta terça-feira, 7 de janeiro.
Até então, a Meta mantinha parcerias com cerca de 100 organizações em mais de 60 línguas para oferecer o serviço.
Com a mudança, passará a vigorar um sistema de Notas de Comunidades, similar ao que opera no X desde que o bilionário Elon Musk comprou a empresa.
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Aos 70 anos, Jorginho liderou todas as pesquisas Quaest e aparecia como favorito à reeleição.
Na segunda colocação aparecia Efraim Filho (PL), com 24,44%. A vantagem de Lucas Ribeiro garantiu matematicamente a vitória antes da conclusão da contabilização das urnas.
O político ganhou destaque na cena estadual ao longo de sua trajetória e disputou o comando do Executivo mineiro com a proposta de assumir a administração do estado pelos próximos quatro anos.
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