Maiores potências militares do mundo Foto: Reprodução/IA
O Global Firepower Index (GFP) divulgou o ranking das maiores potências militares do mundo em 2025, destacando os países com maior capacidade de combate e influência estratégica. Entre os destaques está o Brasil, que subiu para a 11ª posição, sua melhor classificação desde 2019, consolidando-se como a principal força militar da América do Sul.
O levantamento considera mais de 60 fatores, como número de tropas, orçamento de defesa, capacidade logística e geografia. Segundo o GFP, quanto menor a pontuação, maior o poder militar do país.
Estados Unidos – Líder absoluto, com orçamento recorde e presença militar ativa em mais de 80 países. O país investe em armas hipersônicas, sistemas autônomos de combate e defesa espacial.
Rússia – Foco em mísseis hipersônicos, guerra eletrônica e modernização das forças aéreas e navais. Mantém arsenal nuclear e influência geopolítica estratégica, mesmo sob sanções ocidentais.
China – Destaca-se pela produção mundial de drones e modernização da marinha. Taiwan continua sendo prioridade estratégica do país, que mantém crescimento acelerado do poder militar e industrial.
Índia – Alto orçamento militar e parcerias estratégicas com EUA, França e Japão. Investe em modernização de forças terrestres, aéreas e programas espaciais.
Coreia do Sul – Avanço tecnológico em inteligência artificial e manutenção de um dos maiores contingentes da Ásia. Recebe apoio militar dos EUA e mantém vantagem sobre a Coreia do Norte.
Reino Unido – Investe em submarinos nucleares, caças F-35 e sistemas de defesa avançados, com rede de inteligência reconhecida globalmente.
França – Combina capacidade nuclear com atuação ativa em missões internacionais, especialmente na África e Oriente Médio, liderando programas de cooperação europeia.
Japão – Fortalece alianças no Pacífico e amplia investimentos em marinha e força aérea, flexibilizando gradualmente seu arcabouço legal para atuação internacional.
Turquia – Segunda maior força em efetivo da OTAN, com desenvolvimento de drones de combate, sistemas antimísseis e modernização de aviação e blindados.
Itália – Posição estratégica no Mediterrâneo e atuação em coalizões da OTAN reforçam sua relevância. Investe em defesa cibernética e modernização da frota aérea, mantendo-se como “potência silenciosa” do continente europeu.
O Brasil avançou para a 11ª posição graças à modernização das Forças Armadas, ampliação da frota aérea com aeronaves Gripen E e KC-390, e investimentos na indústria nacional de defesa. O país superou Alemanha, Irã e Austrália, mas ainda enfrenta desafios como orçamento de defesa abaixo da média global e dependência de componentes importados.
O ranking de 2025 evidencia a disputa de influência entre potências consolidadas, emergentes e países estratégicos, mostrando que o poder militar global continua em constante transformação.
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A medida faz parte de um conjunto de reformas impulsionadas pelo governo do presidente Nayib Bukele.
A sentença de José Éder incluiu crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
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