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Dancinha de Maduro ao som de discurso de Trump teria sido estopim para ataque dos EUA à Venezuela

No remix, a música utiliza parte do discurso que diz: 'No war, no crazy war. Peace, peace, yes peace', que, em tradução livre, significa 'Sem guerra. Sem guerra louca. Paz, paz, sim, paz'.

Cami Cardoso

05 de janeiro de 2026 às 16:54   - Atualizado às 17:31

Dancinha de Maduro ao som de discurso de Trump teria sido estopim para ataque dos EUA à Venezuela

Dancinha de Maduro ao som de discurso de Trump teria sido estopim para ataque dos EUA à Venezuela Fotos: Reprodução

O The New York Times publicou uma análise curiosa sobre o que teria levado o governo dos Estados Unidos a invadir o território venezuelano e sequestrar o líder Nicolás Maduro. Segundo o veículo, o estopim para a ofensiva dos EUA foram as diversas aparições públicas em que o chavista aparece dançando ao som de uma música que utiliza parte do discurso de Trump em sua letra: "No war, no crazy war. Peace, peace, yes peace" ("Sem guerra. Sem guerra louca. Paz, paz, sim, paz").

Confira o vídeo 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Ataques à Venezuela

Os EUA atacaram a Venezuela com bombardeios em Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa neste sábado, 3 de janeiro. O presidente americano, Donald Trump, confirmou a informação em sua rede social, a Truth Social. O presidente afirmou ainda que mais detalhes serão apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida.

"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Essa operação foi realizada em conjunto com forças de aplicação da lei dos Estados Unidos".

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram helicópteros das Forças de Operações Especiais dos EUA sobrevoando Caracas durante a madrugada deste sábado, enquanto múltiplas explosões iluminam o céu da capital venezuelana. Segundo relatos não confirmados, as aeronaves seriam helicópteros CH-47G Chinook, projetados para operações secretas, e teriam atuado durante ataques que, segundo o governo venezuelano, atingiram os estados Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas.

O porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, chegou às águas próximas da América Latina nesta semana, intensificando uma campanha militar que já matou mais de 75 pessoas a bordo de lanchas e semissubmersíveis no Mar do Caribe.

O presidente Donald Trump sugeriu repetidamente que ataques terrestres poderiam ser o próximo passo, mas nos últimos dias negou estar considerando um ataque militar iminente dentro da Venezuela.

Caso o governo Trump decida realizar ataques terrestres, as forças americanas poderiam escolher entre diversos alvos, desde bases militares venezuelanas a laboratórios de refino de cocaína, pistas de pouso clandestinas ou acampamentos de guerrilheiros, de acordo com ex-militares e oficiais antidrogas americanos e venezuelanos, além de analistas de defesa. Mas o impacto potencial de tais ataques permanece incerto. 

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