O conteúdo do outdoor faz referência ao debate sobre os impactos do período colonial português em países que foram dominados pelo país europeu, como Brasil e Angola
Outdoor contra Lula em Portugal. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Um outdoor foi exibido nesta segunda-feira, 9 de março, pelo partido de direita Chega em frente à Assembleia da República, em Lisboa, trazendo as imagens do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente de Angola, João Lourenço, acompanhadas da frase:
“A culpa não é de 500 anos de Portugal, é da vossa corrupção”.
A iniciativa foi divulgada nas redes sociais pelo líder do Chega, André Ventura, derrotado por Seguro no segundo turno da eleição presidencial. Na publicação, o político comentou a presença de chefes de Estado de países de língua portuguesa na cerimônia de posse realizada na capital portuguesa.
O conteúdo do outdoor faz referência ao debate sobre os impactos do período colonial português em países que foram dominados por Lisboa, como Brasil e Angola.
Nos últimos anos, o tema voltou ao centro das discussões políticas e acadêmicas, com propostas de reconhecimento histórico e eventuais políticas de reparação.
O assunto chegou a ser levantado pelo ex-presidente português Marcelo Rebelo de Sousa. Durante seu mandato, ele afirmou que Portugal deveria reconhecer crimes cometidos no período colonial e discutir formas de reparação.
Em outra ocasião, Rebelo de Sousa declarou que o tema da escravidão “não pode ir para debaixo do tapete”.
Em 2024, André Ventura chegou a afirmar, que caso vencesse eleições legislativas, não deixaria Lula entrar no país.
"Se o Chega vencer as eleições legislativas, o senhor presidente do Brasil não vai entrar em Portugal", afirmou Ventura durante um compromisso de campanha na quarta-feira, 6.
"Eu garanto que se eu for primeiro-ministro, o senhor Lula da Silva ficará no aeroporto e, se insistir, vai para uma cadeia".
Ventura também afirmou que "ficar preso não será uma grande novidade para Lula" O petista ficou preso por 580 dias em Curitiba, e saiu da cadeia em novembro de 2019.
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A fala ocorreu em entrevista a uma rádio italiana, e Paolo Zampolli comentou também sobre experiências pessoais e mencionou sua ex-esposa, a brasileira Amanda Ungaro.
A declaração foi feita durante visita à sede da Embrapa, em Planaltina, no Distrito Federal, em um evento voltado à valorização do conhecimento científico.
Segundo a polícia, inicialmente os saques foram pequenos, com moradores colocando notas nos bolsos, mas houve registros de pessoas que passaram a recolher quantias maiores, utilizando sacolas.
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