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Harvard demite professora que estuda sobre desonestidade por conta de fraude

Investigação interna da universidade concluiu que Francesca Gino manipulou dados em quatro estudos científicos.

Ricardo Lélis

28 de maio de 2025 às 08:08   - Atualizado às 08:08

Francesca Gino

Francesca Gino Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A psicóloga comportamental Francesca Gino, professora da Harvard Business School e referência internacional em pesquisas sobre honestidade, foi demitida após uma investigação interna concluir que ela manipulou dados em quatro estudos científicos.

A decisão foi tomada pela Harvard Corporation, instância máxima da universidade. Trata-se do primeiro caso de cassação de cátedra registrado na instituição desde a década de 1940.

Francesca Gino era amplamente reconhecida por seus trabalhos sobre ética, comportamento moral e integridade no ambiente corporativo.

Suas pesquisas influenciaram políticas de liderança e cultura organizacional em empresas e instituições públicas ao redor do mundo.

A universidade não divulgou detalhes específicos dos estudos afetados, mas afirmou que a investigação foi conduzida com base em critérios rigorosos de revisão ética e científica.

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O caso repercutiu amplamente na comunidade acadêmica internacional, levantando questionamentos sobre os mecanismos de controle e revisão de pesquisas em instituições de ensino de elite.

Havard contra Trump

A medida vem a tona em maio a ações do governo do presidente Donald Trump, que ampliou significativamente sua ofensiva contra a Universidade de Harvard, impondo cortes de financiamento, ameaçando sua autonomia institucional e questionando sua isenção fiscal. 

As ações, que somam mais de US$ 3 bilhões em cortes e sanções, foram justificadas por alegações de que a universidade abriga "ativismo ideológico" e falha em combater o antissemitismo no campus.

Em abril de 2025, Harvard rejeitou formalmente uma série de exigências do governo federal, incluindo auditorias ideológicas de seus programas acadêmicos, mudanças na governança e a entrega de informações detalhadas sobre estudantes estrangeiros. 

Em resposta, a administração Trump congelou US$ 2,2 bilhões em subsídios e contratos federais, além de ameaçar revogar a certificação da universidade para receber estudantes internacionais.

 

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