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Elon Musk diz que vai deixar governo dos EUA e agradece Donald Trump

O CEO da Tesla ainda afirmou que o Departamento de Eficiência Governamental se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida".

Gabriel Alves

29 de maio de 2025 às 08:00   - Atualizado às 08:00

Elon Musk e Trump.

Elon Musk e Trump. Foto: Reprodução

O CEO da Tesla, Elon Musk, disse na noite da quarta-feira, 28 de maio, que terminou seu "tempo programado" no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) e que deixará sua função no governo.

"Com o fim do meu tempo programado como Funcionário Especial do Governo, gostaria de agradecer ao presidente Donald Trump pela oportunidade de reduzir os gastos desnecessários", escreveu ele na sua rede social, o X.

Musk ainda afirmou que a missão DOGE só se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida em todo o governo".

Em entrevistas anteriores, o bilionário já havia sinalizado que sairia da administração pública em breve para focar nas suas empresas.

Elon Musk critica inelegibilidade de Bolsonaro

O empresário bilionário Elon Musk, dono da plataforma X (antigo Twitter), criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030.

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Para Musk, a Justiça brasileira cometeu um ato de “tirania” ao impedir o ex-mandatário de disputar futuras eleições.

Musk fez a crítica ao comentar uma postagem da página conservadora "End Wokeness". A publicação reunia casos de figuras políticas de direita que teriam sido, segundo a página, removidas do cenário eleitoral sob o argumento de proteger a democracia.

No texto, os autores citaram a exclusão da francesa Marine Le Pen, a inelegibilidade de Bolsonaro e a desclassificação do partido alemão AfD como partido extremista.

“Tudo em nome da proteção da democracia”, diz o post compartilhado. Elon Musk comentou diretamente abaixo: “Isso é tirania”.

Jair Bolsonaro foi declarado inelegível após julgamento no Tribunal Superior Eleitoral em junho de 2023. A corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e usou de forma irregular os meios de comunicação públicos ao convocar embaixadores para uma reunião, em julho de 2022, onde atacou o sistema eleitoral brasileiro sem apresentar provas.

O julgamento considerou a conduta do então presidente como um uso indevido da máquina pública em benefício de sua candidatura à reeleição.

Com isso, o TSE decidiu que ele não poderá disputar cargos eletivos até 2030. Bolsonaro já recorreu da decisão e tenta reverter a inelegibilidade a tempo de concorrer nas eleições presidenciais de 2026.

Estadão Conteúdo

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