Brasileiro do Exército de Israel morto em Gaza. Foto: Divulgação
O major-general da reserva Ariel Lubliner, de 34 anos, morreu no sul da Faixa de Gaza durante operações militares de Israel. A morte do brasileiro naturalizado israelense foi confirmada neste sábado, 30 de agosto, pelo ministro da Defesa do país, Israel Katz.
“Em nome de todo o setor de defesa, envio minhas mais profundas condolências à família do falecido major-general (res.) Ariel Lubliner, um soldado do Grupo Logístico 6036, que morreu no sul da Faixa de Gaza”, declarou Katz em comunicado oficial.
De acordo com o governo israelense, Ariel imigrou do Brasil há sete anos e, após ser convocado para a reserva em 7 de outubro de 2023, passou a atuar de forma contínua no conflito. Segundo o ministro, ele vinha desempenhando seu trabalho “com devoção pela defesa do Estado de Israel”.
Embora a causa da morte ainda não tenha sido divulgada de forma oficial, o jornal israelense Times of Israel informou que o caso está sob investigação, sendo tratado como possível “fogo amigo”.
A morte do militar acontece em um momento de intensificação das ações em Gaza. Na sexta-feira (29), o Exército de Israel suspendeu as pausas táticas na Cidade de Gaza e também bloqueou a entrada de ajuda humanitária. A decisão foi vista como parte do cerco mais severo imposto contra o território palestino desde o início da guerra.
Apesar da pressão internacional para um cessar-fogo imediato, o governo de Benjamin Netanyahu insiste em manter a ofensiva contra o Hamas. O primeiro-ministro afirma que só encerrará os combates após a completa destruição do grupo armado.
Enquanto isso, o número de mortos em Gaza já ultrapassa 62 mil, segundo dados divulgados por autoridades palestinas e confirmados por agências internacionais.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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