Laysa Peixoto. Foto: Reprodução/Instagram
A mineira Laysa Peixoto, de 22 anos, viralizou nas redes sociais ao declarar que foi escolhida para se tornar "astronauta de carreira" pela Titans Space, empresa que planeja missões espaciais.
Ela afirmou ser "oficialmente astronauta da turma de 2025" e que participará de um voo inaugural previsto para 2029. No entanto, a empresa não possui autorização da FAA (Administração Federal de Aviação dos EUA) para realizar voos espaciais tripulados.
Laysa publicou nas redes sociais que atuaria em missões com destino à Lua e Marte.
"Fui selecionada para me tornar uma astronauta de carreira, atuando em voos espaciais tripulados para estações espaciais privadas, e para futuras missões tripuladas à Lua e para Marte. Sou oficialmente astronauta da turma de 2025 e farei parte do voo inaugural da Titans Space, comandado pelo astronauta veterano da Nasa, Bill McArthur", compartilhou.
Ela também já havia declarado ter feito um "treinamento de astronauta pela Nasa" e cursar mestrado na Universidade Columbia, em Nova York. A instituição não confirmou o vínculo, e Laysa desativou sua conta no LinkedIn após a repercussão.
Em nota, a assessoria da jovem afirmou que ela deixou a UFMG e se matriculou no Manhattan College, nos Estados Unidos. Também destacou que a jovem participou de um curso educacional da Nasa para estudantes e jovens profissionais, mas nunca afirmou ser funcionária da agência.
A Titans Space informou à CNN que Laysa foi aceita como candidata a astronauta, e que ela passará por um treinamento que pode durar anos.
A empresa não revelou se a participação é paga. Em relação ao site oficial, a ausência do nome dela na equipe técnica foi atribuída a uma suposta "desatualização da página".
A Nasa, por sua vez, esclareceu que o programa L'Space, do qual Laysa participou, é um workshop educacional e não representa vínculo empregatício.
"Seria inapropriado reivindicar afiliação à Nasa como parte dessa oportunidade", afirmou.
A Titans Space ainda não lançou espaçonaves nem construiu sua estação orbital. Segundo a empresa, ela foi oficialmente incorporada no ano passado e atua de forma sigilosa desde 2021, com escritório em Orlando, na Flórida.
No site da companhia, são oferecidas viagens para turistas espaciais com preços a partir de US$ 1 milhão. O nome de Laysa não consta na lista de participantes da missão de 2029.
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Além dele, um adulto foi preso e outros três adolescentes foram apreendidos na semana passada, após os policiais terem acesso a vídeos que mostram o crime.
O que mais chocou os investigadores foram os seis pares de sapatos encontrados no aparelho digestivo do répitl.
O Ministério da Fazenda informou que não há previsão para a regularização dos pagamentos. Segundo a pasta, o governo segue cobrando os valores por meio de negociações bilaterais e articulação em fóruns internacionais
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