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Avião oficial de Maduro é apreendido pelos Estados Unidos

A aeronave foi confiscada nesta segunda-feira, 2 de setembro, devido as sanções americanas impostas à Venezuela.

Isabella Lopes

02 de setembro de 2024 às 15:57   - Atualizado às 17:12

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Foto: Arte/Portal de Prefeitura

Nesta segunda-feira, 2 de setembro, os Estados Unidos apreende o avião oficial do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, enquanto a aeronave estava na República Dominicana. A apreensão ocorreu devido às sanções americanas impostas a Venezuela. 

Segundo informações da CNN, os Estados Unidos moveram o avião  para a  Flórida nesta segunda. 

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"A apreensão do avião do chefe de Estado estrangeiro é algo inédito em assuntos criminais. Estamos enviando aqui uma mensagem clara de que ninguém está acima da lei, ninguém está acima do alcance das sanções americanas", disse um dos funcionários à CNN. 

A aeronave, que custa cerca de 13 milhões de dólares (cerca de R$ 73 milhões), esteve na República Dominicana nos últimos meses. 

As autoridades americanas não disseram o porquê, mas apresentou-se "uma oportunidade" para apreender o avião em uma operação que envolve várias agências federais, que trabalham "em estreita colaboração com a República Dominicana, que notificou a Venezuela da apreensão". 

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Os responsáveis  descreveram o avião como o equivalente venezuelano do Força Aérea Um e afirmaram que a apreensão tem o objetivo de enviar "uma mensagem  ao mais alto comando" do governo da Venezuela. A aeronave foi registrado em diversas visitas de Estado de Maduro ao redor do mundo. 

Embora o governo americano tenha confiscado outras vezes os veículos de luxo e outros bens destinados à Venezuela ao longo dos anos, eta é a primeira vez que um bem com tamanha relevância e simbolismo é apreendido. 

Venezuela propõe proibir candidaturas 

O governo de Nicolas Maduro na Venezuela tem defendido aprovar na Assembleia Nacional do país uma reforma eleitoral que proíba a candidatura de políticos que não acatem decisões judiciais, em especial, a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) que reiterou a vitória de Maduro na eleição de 28 de julho, ainda que não tenha apresentado as atas da votação.

O presidente da Assembleia Nacional, o deputado governista Jorge Rodríguez, na sessão do parlamento na quinta-feira (22), defendeu uma nova lei que proíba a candidatura de quem não acatar a decisão do Supremo.

“Se querem entrar no jogo democrático, o primeiro que tem que fazer é acatar essa sentença [do TSJ]. É obrigatório. Quem descumprir essa sentença não deve vir depois se inscrever para deputado ou registrar candidaturas a governadores e prefeitos”, afirmou o chefe do Legislativo.

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No mesmo dia, a proposta recebeu o apoio do presidente Nicolás Maduro.

“Estou de acordo com a proposta que surgiu na Assembleia Nacional de fazer uma reforça de todas as leis eleitorais e que não possam participar em processos eleitorais aqueles que desconheçam as leis, os poderes públicos e à Constituição”, afirmou.

A proposta surge após parte da oposição não reconhecer a sentença judicial que reiterou a vitória de Maduro na eleição presidencial de 28 de julho.

Em uma rede social, o candidato opositor Edmundo González, que sustenta ser o verdadeiro vencedor da eleição, afirmou que “nenhuma sentença deterá a verdade”.

“Tentar judicializar o resultado das eleições não muda a verdade. Ganhamos esmagadoramente e temos as atas que demonstram. Desde que o Nicolás Maduro recorreu ao que deveria ser o Tribunal máximo da nação, sabíamos que não buscava outra coisa que não negar a verdade. Ditaram uma sentença que atende ao regime”, afirmou González, acrescentando que o TSJ é um braço do governo Maduro.

O representante da União Europeia para assuntos estrangeiros, Josep Borell, declarou nesta sexta-feira (23) que o bloco não vai reconhece o governo Maduro caso as atas não sejam verificadas.

"Todos devem poder verificar qual é o resultado de uma eleição. Entretanto, isso ainda não aconteceu [na Venezuela] e praticamente perdemos a esperança que aconteça", disse Borrell, segundo a agência de notícias ROT, de Portugal.

A União Europeia já não reconhece o governo Maduro ao menos desde 2017, quando o país elegeu uma Assembleia Constituinte, dando início ao atual bloqueio econômico contra o país sul-americano.

O presidente mexicano, Manuel López Obrador, ao ser questionado se reconhecerá o terceiro mandato do governo Maduro, disse que ainda é preciso esperar as atas eleitorais.

“[O TSJ] recomenda que se venham a conhecer as atas. Tem uma data na resolução [da Justiça]. Vamos esperar que se conheça as atas. O parecer resolve o Tribunal e pede ao CNE que venha a apresentar as atas”, disse Obrador.

 

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