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ATRIZ de "É Assim Que Acaba" precessa diretor do filme por ASSÉDIO SEXUAL durantes gravações

Conforme divulgado pelo TMZ, a situação teria ficado tão ruim durante as gravações do filme que foi realizada uma reunião para discutir as alegações sobre o ambiente de trabalho hostil.

Cami Cardoso

21 de dezembro de 2024 às 13:44   - Atualizado às 13:58

ATRIZ de "É Assim Que Acaba" precessa diretor do filme por ASSÉDIO SEXUAL durantes gravações

ATRIZ de "É Assim Que Acaba" precessa diretor do filme por ASSÉDIO SEXUAL durantes gravações Fotos: Reprodução / Redes Sociais

A atriz Blake Lively está processando Justin Baldoni, seu diretor e colega de elenco no filme É Assim Que Acaba, por um suposto assédio sexual e "esforço coordenado para destruir sua reputação". A informação foi divulgada pelo site TMZ, que teve acesso ao processo. À revista Variety, um advogado do cineasta negou as acusações.

Desde seu lançamento em agosto, o longa inspirado no best-seller da escritora Colleen Hoover tem causado polêmica, incluindo rumores de um conflito interno nos bastidores do filme e entre seus protagonistas.

Conforme divulgado pelo TMZ, a situação teria ficado tão ruim durante as gravações do filme que foi realizada uma reunião para discutir as alegações sobre o ambiente de trabalho hostil.

Nesta reunião, segundo o processo, Lively teria exigido que Baldoni deixasse de mostrar vídeos ou imagens de mulheres nuas para ela, que não mencionasse mais um "vício em pornografia" pelo qual passou e não discutisse experiências sexuais anteriores.

A atriz também pediu que o colega não mencionasse mais a genitália do elenco e da equipe e que parasse de fazer questionamentos sobre seu corpo e seu peso. Na reunião, a qual o marido de Lively, Ryan Reynolds, estava presente, ela também exigia que Baldoni não adicionasse mais "cenas de sexo, sexo oral ou clímax na câmera" além do que já estava no roteiro inicialmente aprovado.

Os pedidos da atriz teriam sido acatados pela produtora do filme, a Sony Pictures, mas o processo ainda acusa Baldoni de "manipulação social". Ela alega que o cineasta lançou uma campanha para arruinar a sua reputação.

A atriz e o diretor não foram vistos juntos em nenhum momentos durante a divulgação do longa, o que contribuiu para os rumores de conflitos na produção.

Em um comunicado à revista Variety, Bryan Freedman, advogado de Baldoni e de sua produtora Wayfarer Studios, chamou o processo de "vergonhoso" e afirmou que as acusações são "categoricamente falsas".

Freedman afirma que o processo é uma tentativa de consertar a "reputação negativa" de Lively, que, segundo ele, "foi obtida a partir de seus próprios comentários e ações durante a campanha para o filme."

"A Wayfarer Studios tomou a decisão de contratar proativamente um gerente de crise antes da campanha de marketing do filme (.. ) devido às várias exigências e ameaças feitas pela Sra. Lively durante a produção, que incluíam a ameaça de não comparecer ao set de filmagem e a ameaça de não promover o filme", diz a nota

Ele acusa ainda a Lively e Reynolds de contratarem uma representante "para plantar histórias negativas e completamente fabricadas e falsas na mídia, mesmo antes do início de qualquer marketing para o filme."

Estadão Conteúdo.

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