Nas últimas semanas, o presidente americano declarou reiteradamente que a ilha é vital para a segurança dos Estados Unidos e que o país precisaria controlar o território para evitar uma possível ocupação por Rússia ou China.
Exército da Alemanha. (Foto: Reprodução/ Inteligência Artificial)
Alemanha, França, Suécia e Noruega anunciaram na quarta-feira, 14 de janeiro, o envio de soldados à Groenlândia, em meio às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de anexar a ilha.
As tropas devem começar a chegar ao território nesta quinta-feira (15). Embora tenha autonomia, a Groenlândia permanece sob a custódia da Dinamarca.
De acordo com um porta-voz do governo alemão, militares de reconhecimento serão deslocados para a ilha. O Ministério da Defesa da Alemanha informou que a missão foi solicitada pela Dinamarca e tem como objetivo avaliar possíveis contribuições militares e reforçar a segurança na região.
O presidente da França, Emmanuel Macron, também confirmou que tropas francesas participarão de exercícios militares conjuntos organizados pela Dinamarca. Segundo Macron, a operação recebeu o nome de “Resistência Ártica”.
Mais cedo, o governo dinamarquês informou que reforçou a presença militar na Groenlândia e em áreas próximas, em “estreita colaboração” com aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Nas últimas semanas, Trump declarou reiteradamente que a Groenlândia é vital para a segurança dos Estados Unidos e que o país precisaria controlar o território para evitar uma possível ocupação por Rússia ou China. O presidente americano afirmou ainda que todas as opções estão sobre a mesa para garantir o controle da ilha, e a Casa Branca não descarta uma ação militar.
Nesta quarta-feira, autoridades da Dinamarca e da Groenlândia se reuniram em Washington com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
Após o encontro, um alto representante dinamarquês afirmou que permanece um “desacordo fundamental” com Trump sobre o futuro da Groenlândia. Apesar disso, os dois lados concordaram em criar um grupo de trabalho para discutir as preocupações de segurança dos EUA.
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