YURI ROMÃO, presidente do Sport. Foto: Paulo Paiva / Sport Recife.
Sport e Fortaleza se enfrentaram no último sábado, 26 de abril, pela Série A do Campeonato Brasileiro. Apesar da partida terminar sem gols, o jogo ganhou repercursão devido a mais uma decição polêmica da arbitragem. Desta vez, ao contrário do que vinha acontecendo, a marcação acabou favorecendo o time pernambucano e prejudicando o Fortaleza.
Durante o jogo, o Laion teve um gol anulado pelo árbitro de campo, Matheus Delgado Candançan. Nesta segunda-feira, 28 de abril, o Tricolor de Aço informou que entrará com uma representação formal na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), alegando ter sido "prejudicado". Em nota oficial, o clube comunicou que o CEO Marcelo Paz estará à frente do processo.
O Fortaleza reconheceu que erros de arbitragem podem ocorrer, mas afirmou que não pode aceitar interpretações equivocadas, sobretudo com o apoio da tecnologia do VAR.
"Porém, quando nos apoiamos na tecnologia do VAR para que situações de jogo sejam esclarecidas, não podemos aceitar a interpretação errônea de um lance claro que daria vantagem ao Fortaleza em um jogo muito importante e em um momento crucial para a equipe. Infelizmente, fomos prejudicados, mas agora temos de voltar nosso foco para o próximo desafio na Copa do Brasil", afirmou o clube em comunicado.
Enquanto o Fortaleza se articulou para repudiar a decisão da arbitragem, o Sport, que estava sendo vítima dos erros em seus jogos, não emitiu nenhuma nota sobre o ocorrido.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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