A delegação brasileira já havia conquistado dois ouros na competição. Na segunda (27), o lutador Henrique Matos (categoria 80 kg) tornou-se o primeiro lutador homem do país a subir no topo do pódio mundial.
Milena Titoneli Foto: cbtkd.oficial/Instagram
O Brasil subiu ao pódio pela terceira vez no Mundial de Taekwondo, em Wuxi (China). Nesta terça-feira, a paulista Milena Titoneli faturou a medalha de prata na categoria dos 67 quilos. Na final, Titoneli foi superada pela húngara Luana Márton por 2 rounds a 1.
A medalha é a terceira da brasileira em cinco participações em Mundiais: ela foi bronze em 2019 (Manchester/Inglaterra) e em 2022 (Guadalajara/México). O Mundial vai até quinta-feira (30), com transmissão ao vivo no site da Federação Internacional (World Taekwondo).

Nascida em São Caetano do Sul(SP), a lutadora de 27 anos soma dois títulos na temporada: foi campeão no Aberto do Rio de Janeiro, em maio, e no Aberto da Polônia, em setembro – na ocasião, Titoneli derrotou Martón na final.
“A gente não conta por quantidade, é pelo valor da medalha. Ontem já tínhamos nossa melhor campanha [com os dois ouros de Henrique e Maria Clara]. E antes de Wuxi, nossa melhor participação foi em Madri (2005), com um ouro e uma prata [de Natália Falavigna e Márcio Wenceslau, respectivamente]. A que teve mais medalhas foi em Manchester, com cinco pódios, mas nenhum ouro. Essa, de longe, é nossa melhor campanha da história", comemorou Henrique Precioso, diretor técnico da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD).
A delegação brasileira já havia conquistado dois ouros na competição. Na segunda (27), o lutador Henrique Matos (categoria 80 kg) tornou-se o primeiro lutador homem do país a subir no topo do pódio mundial. Já Maria Clara Pacheco foi campeã nos 57 kg, quebrando um jejum de 20 anos desde o primeiro ouro da história da Amarelinha, com paranaense Natália Falavigna, em 2005.
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