Marcelo Cabo deixa o comando do Santa Cruz após vexame contra o Náutico Foto: Reprodução / TV Coral
Marcelo Cabo não é mais o treinador do Santa Cruz. A decisão foi tomada um dia após a goleada sofrida no Clássico das Emoções, contra o Náutico, por 4 a 0. Segundo a jornalista Camila Souza, do GE, a derrota vexatória, ocorrida no domingo, 25 de janeiro, foi a gota d'água para a demissão do técnico.
Em nota, o clube tricolor informou que a decisão foi tomada após uma reunião realizada na manhã desta segunda-feira (26) e agradeceu a Marcelo Cabo pela campanha que recolocou o Santa Cruz na Série C do Campeonato Brasileiro.
"Em reunião realizada no final da manhã desta segunda-feira, o presidente Bruno Rodrigues acertou com o treinador a sua saída do comando da equipe coral, agradecendo o trabalho desenvolvido no Arruda e ressaltando a importância do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro nesta temporada; para o presidente, trata-se do encerramento de um ciclo, desejando todo o sucesso a Marcelo Cabo nos novos desafios de sua consolidada carreira"
O agora ex-técnico do Santa Cruz entrou no clássico contra o Náutico sob intensa pressão. A goleada sofrida diante do rival, mesmo com um jogador a menos no primeiro tempo, não diminuiu os questionamentos sobre seu trabalho; pelo contrário, aumentou a cobrança.
Ainda assim, o treinador compareceu à coletiva de imprensa após a partida, acompanhado do CEO Pedro Henriques, que aproveitou o momento apenas para criticar a atuação da arbitragem.
O treinador iniciou sua campanha no Santa Cruz em abril de 2024, dando sequência ao trabalho de Itamar Schülle, logo após o término do Campeonato Pernambucano. Pela Série D, Cabo conduziu a equipe até a final, mas acabou sendo derrotado pelo Barra. Mesmo com o revés na decisão, o acesso já havia sido garantido.
Desde que chegou, foram 29 jogos no comando do Santa Cruz, anotando 13 vitórias, nove empates e sete derrotas.
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O torneio vencido pela Inglaterra ficou marcado pela agressividade dos defensores e pela consagração do artilheiro Eusébio.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme continuará com o nome "Brasil".
O jogo marcou o penúltimo compromisso da seleção antes do anúncio, em maio, da lista final de convocados para o Mundial.
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