Lutador brasileiro agradece Trump após nocautear atleta russo: "Obrigado pelo que está fazendo" Foto: Reprodução
Uma vitória convincente no octógono acabou ofuscada por um encontro inusitado fora dele. Após derrotar Azamat Murzakanov no UFC 327, o brasileiro Paulo Costa, o Borrachinha, protagonizou um momento que rapidamente repercutiu: um diálogo direto com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Logo após o nocaute técnico no terceiro round, resultado que marcou sua estreia na categoria meio-pesados, Borrachinha deixou o centro do octógono e foi até a grade cumprimentar Trump, que assistia ao evento de perto. Em tom descontraído, o lutador brasileiro agradeceu ao presidente norte-americano: “Obrigado por fazer o que está fazendo”.
A resposta veio em seguida, também em clima informal. Trump elogiou a atuação do atleta e chamou atenção para sua aparência. “Você é um cara bonito. Ótima luta”, afirmou. Borrachinha respondeu com um simples agradecimento, mas o presidente continuou: “Você poderia ser modelo, você é tão bonito. Você é muito bonito para ser lutador”.
Dentro da luta, o brasileiro teve atuação sólida e controlou o confronto até garantir o triunfo, consolidando sua segunda vitória consecutiva no UFC, ambas contra adversários russos. Apesar disso, foi o encontro com Trump que dominou o noticiário e as reações do público após o evento.
Uma imagem publicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou forte repercussão nas redes sociais no domingo, 12 de abril, após ser interpretada como uma associação à figura de Jesus Cristo.
Produzida com uso de inteligência artificial, a montagem foi compartilhada na plataforma Truth Social e rapidamente provocou críticas de diferentes setores, incluindo aliados do republicano.
Na publicação, Trump aparece com vestes brancas e em posição de bênção sobre um homem doente, em uma cena que remete a representações clássicas religiosas.
A composição ainda inclui símbolos como a bandeira norte-americana, a Estátua da Liberdade e outros elementos que reforçam um cenário com conotação espiritual e patriótica.
As reações vieram de diferentes lados do espectro político. A ex-deputada Marjorie Taylor Greene afirmou que a imagem ultrapassa limites ao misturar política e religião.
No Congresso, o deputado Jim McGovern também criticou a publicação. Já o governador da Califórnia, Gavin Newsom, usou o episódio para ironizar o presidente nas redes sociais.
Mesmo com críticas recorrentes, Trump mantém forte apoio entre eleitores religiosos, especialmente evangélicos e parte do eleitorado católico, que tiveram papel relevante nas eleições de 2024.
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