A página Footy Headlines, conhecida por sempre revelar camisas de times e de seleções de maneira antecipada, vazou, em primeira mão, a camisa do Brasil para o Mundial.
Suposto novo uniforme da Seleção Brasileira para a Copa de 2026. Foto: Lucas Figueiredo / CBF e Footy Headlines
A ansiedade tá grande! A Seleção Brasileira já está garantida na próxima Copa do Mundo, com isso há uma grande expectativa para que os novos uniformes sejam revelados.
Porém, para aqueles que sempre ficam procurando na internet, a página Footy Headlines, especialistas em vazamento de camisas de clubes e seleções, se adiantou à frente da Nike e já jogou na redes sociais como deve ser o novo manto brasileiro.
Segundo informações, a camisa é inspirada diretamente na que foi usada em 1970, ano do tricampeonato.
Como pode ser visto, o suposto novo uniforme terá um tom amarelado mais escuro, diferente dos últimos, onde a tonalidade foi mais clara.
Uma outra novidade é que o escudo volta ao lado esquerdo, deixando de ser centralizado, como é usado atualmente.
No entanto, vale lembrar que, mesmo com toda a confiabilidade que a Footy Headlines tem no mercado de camisas, o modelo ainda não pode ser dito como o "oficial", pois, isso, só será garantido após o anúncio da Confederação Brasileira de Futebol.
A expectativa pela Copa do Mundo de 2026 cresce a cada dia, e o anúncio oficial dos potes do sorteio adicionou ainda mais combustível à ansiedade dos torcedores. O sorteio que acontecerá em 5 de dezembro, em Washington, definirá o destino das seleções já classificadas, incluindo gigantes do futebol como Brasil, Argentina, França e Espanha.
A definição dos potes é mais do que um simples agrupamento técnico: é o prenúncio das possíveis trajetórias no torneio, projetando cenários que podem dar origem a confrontos históricos já na fase de grupos.
O Pote 1 traz o peso dos campeões e favoritos: a Canarinho pentacampeã, a Albiceleste de Messi, os Três Leões ingleses e o carrossel laranja holandês, além de Alemanha, Portugal, Bélgica e França. Somam-se a eles os países-sede, Estados Unidos, México e Canadá, que já estão previamente distribuídos nos grupos A, B e D. Essa elite do futebol mundial tende a formar a espinha dorsal da competição e influencia diretamente a distribuição dos adversários nos demais potes.
No Pote 2, surgem seleções que podem não estar no topo do ranking, mas, sem dúvidas, são parada dura. A Celeste uruguaia, a Colômbia vibrante, o Japão disciplinado e a revelação Marrocos, semifinalista da última Copa, estão prontos para complicar a vida de qualquer cabeça de chave.
Já o Pote 3 reúne forças emergentes e tradicionais: a Noruega de Haaland, o Paraguai aguerrido, o Egito de Salah e a Costa do Marfim, sempre perigosa em torneios intercontinentais.
Por fim, o Pote 4 carrega o mosaico das surpresas. Ali estão seleções como Gana, Cabo Verde, Haiti, além das vagas provenientes da repescagem europeia e intercontinental, que historicamente já provocaram estragos nos sonhos de favoritos.
Com o novo formato ampliado do Mundial, cada passo na fase de grupos ganha ainda mais peso, e a composição das chaves pode determinar desde trajetórias suaves até grupos da morte.
Para os torcedores brasileiros, cresce a expectativa sobre quais adversários cruzarão o caminho do Brasil. O mundo estará atento ao sorteio, que não é apenas uma cerimônia protocolar, mas o primeiro capítulo oficial da Copa do Mundo de 2026, que promete ser uma das mais emocionantes de todos os tempos, já que teremos mais seleções na disputa e permanece sendo um dos temas mais buscados pelos fãs de futebol e pelos curiosos que acompanham o espetáculo global do esporte.
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