Nova camisa da Seleção recebe críticas nas redes após substituir o nome Foto: Divulgação
Após uma enxurrada de críticas nas redes sociais, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu que a expressão “Vai, Brasa!” não será incluída nos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo.
"De antemão, pelo respeito que eu tenho com a bandeira do Brasil, que todos já sabem, e pelo respeito que eu tenho pela Seleção Brasileira, não tem “Brasa” no nosso uniforme principal"
A frase havia sido anunciada em modelos de camisa que mostravam o termo no meião e na gola, mas não aparecerá nas peças oficiais usadas em campo.
O presidente da CBF, Samir Xaud, explicou que a iniciativa estava vinculada a uma ação publicitária da Nike, e que o uniforme tradicional continuará com o nome “Brasil”, reforçando a identidade histórica da equipe.
"Isso foi feito em relação à Nike para essa campanha publicitária isoladamente, mas deixo claro que o nosso uniforme é o nosso manto, é o verde e amarelo, sempre deixo isso claro, e não vai ter essa questão de 'Brasa'"
Xaud também reforçou que a decisão foi tomada por respeito à história e aos símbolos da Seleção. O dirigente destacou ainda que a gestão atual tem priorizado a manutenção da identidade tradicional da Seleção, citando decisões anteriores, como a proibição da produção de uma camisa vermelha.
"É algo que de princípio nós já barramos, porque eu sei da nossa identidade e da nossa cultura como torcedores"
A divulgação da nova camisa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão nas redes sociais, especialmente por conta de um detalhe específico: a expressão “Vai, Brasa”, aplicada no uniforme e responsável por dividir opiniões entre torcedores.
Desenvolvida pela Nike, a nova peça mantém o tradicional amarelo canarinho como base, mas aposta em variações de tonalidade inspiradas na ave que dá apelido à equipe.
Apesar das inovações visuais e tecnológicas, o ponto central da discussão pública tem sido mesmo a frase “Vai, Brasa”, posicionada na parte interna da gola.
Segundo a designer Rachel Denti, a escolha busca traduzir uma forma mais informal e afetiva de se referir ao Brasil, inspirada na linguagem das arquibancadas e no cotidiano dos torcedores.
“É o Brasil, mas também é Brasa quando está jogando. A gente quis trazer esse apelido carinhoso que se escuta nos estádios e na rua, e agora os jogadores podem carregar isso no corpo”, explicou a profissional.
A justificativa, no entanto, não foi suficiente para conter as críticas. Nas redes sociais, muitos torcedores demonstraram estranhamento e rejeição à expressão, questionando sua representatividade e autenticidade.
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