Bahia tem apenas o Brasileirão pela frente. Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia
O que era tratado como uma das temporadas mais promissoras dos últimos anos virou motivo de preocupação para a torcida do Bahia. A equipe foi eliminada da Copa do Brasil para o Remo e agora terá apenas o Campeonato Brasileiro para disputar até o fim do ano.
Além da eliminção para o Leão Azul na Copa Nacional, o Esquadrão de Aço, comandado por Rogério Ceni, também foi desqualificado, de maneira precoce, da Copa Libertadores da América, ao ser derrotado para o O'Higgins, dentro da Arena Fonte Nova, nas penalidades.
A mais recente frustração aconteceu na noite da última quarta-feira, 13 de maio, quando o Esquadrão de Aço foi eliminado da Copa do Brasil pelo Remo, após derrota por 2 a 1 no Mangueirão. O clube baiano até tentou reagir durante a partida, mas viu três gols serem anulados e acabou dando adeus ao torneio nacional ainda na quinta fase.
Vale lembrar que, o Bahia foi derrotado nas duas partidas contra o clube do Norte, já que, em Salvador, o placar foi de 3 a 1 para o Remo.
A eliminação aumentou a pressão em cima do trabalho de Rogério Ceni e ampliou a sensação de que a temporada ficou muito abaixo do esperado. Isso porque o Bahia já havia sofrido uma queda precoce na Libertadores meses atrás.
Com as eliminações nas duas principais competições de mata-mata do calendário, o tricolor baiano passa a concentrar todas as atenções na disputa da Série A. O cenário contrasta com a expectativa criada no início do ano, quando a torcida sonhava com campanhas competitivas e, até mesmo, um título inédito da Copa do Brasil.
Internamente, o entendimento é de que o restante do ano passa obrigatoriamente por uma recuperação no Campeonato Brasileiro. Sem Libertadores, Copa do Brasil e também fora da Copa do Nordeste desta temporada por conta das alterações feitas pela CBF, o Bahia terá que concentrar no Brasileirão para fazer uma campanha sólida e terminar entre os líderes da competição.
Obviamente, por conta de toda a expectativa para um ano diferente, coroado com título nacional ou, ao menos, chegar nas fases finais de competições importantes, o corpo técnico e a equipe terão que lidar com uma torcida impaciente nos próximos jogos e que vai cobrar bastante para uma recuperação.
Diferente de outros jogadores, Luciano Juba, camisa 46 e lateral-esquerdo da equipe, passa ileso de cobranças mais ostensivas, já que, vem perfomando bem mesmo em jogos abaixo do time. O atleta é visto como uma mina de ouro para os torcedores do Bahia.
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