Cantor João Gomes. Foto: Reprodução/Instagram
O clima junino chega mais cedo ao Recife e ganha as ruas neste domingo (22), com a realização da Drilha do São João Gomes.
O evento acontece a partir das 11h, na Rua da Aurora, no Centro da capital pernambucana, e marca simbolicamente a abertura dos festejos de São João na cidade.
Organizada em formato de cortejo festivo, a drilha reúne manifestações tradicionais da cultura nordestina e apresentações musicais que transitam entre o forró, o piseiro e outros ritmos populares.
A proposta é antecipar o espírito junino e ocupar o espaço público com elementos que fazem parte da identidade cultural do Nordeste.
Além dos shows, a programação inclui a participação de bacamarteiros, grupos de pífano e quadrilhas juninas, reforçando a ligação do evento com as raízes do ciclo junino.
Os bacamarteiros, conhecidos pelos disparos simbólicos durante as festas, representam uma tradição histórica em Pernambuco. Já os grupos de pífano mantêm viva a musicalidade típica do interior do estado.
A escolha da Rua da Aurora, um dos principais cartões-postais do Recife, reforça o caráter popular da iniciativa.
A expectativa é reunir moradores, turistas e trabalhadores da área central em uma celebração aberta e gratuita.
Entre as atrações confirmadas estão João Gomes, um dos nomes mais populares do piseiro atualmente, e Dorgival Dantas, referência do forró romântico.
Também sobem ao palco Mestrinho, MC Don Juan, Zé Vaqueiro e Ruan Vaqueirinho, ampliando o alcance do evento para diferentes públicos.
A programação propõe um diálogo entre o forró tradicional e as novas linguagens da música nordestina, refletindo as transformações do São João ao longo dos anos.
Embora o São João seja celebrado oficialmente em junho, a Drilha antecipa o calendário e funciona como um termômetro para o ciclo junino de 2026. Além do aspecto cultural, eventos desse porte movimentam setores como turismo, comércio e economia criativa.
Com expectativa de grande público, a Drilha do São João Gomes abre a temporada junina no Recife e reforça a força de uma das principais manifestações culturais do Nordeste.
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O filme estrelado por Wagner Moura se passa no Recife, em 1977, e acompanha Marcelo, um professor universitário que chega à capital de Pernambuco fugindo de um passado misterioso.
A história conecta dois cenários fictícios: o reino africano de Batanga e a cidade nordestina de Barro Preto, localizada no interior do Rio Grande do Norte.
Carol Magalhães é natural de Salvador, na Bahia, assim como Ivete Sangalo e Daniel Cady. Diferentemente da cantora, ela não tem ligação com o meio artístico.
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