Novo filme "F1", com Brad Pitt. Foto: Reprodução/ Internet
Com uma trama que revisita fórmulas consagradas de superação e amizade, o longa “F1”, estrelado por Brad Pitt, chegou aos cinemas nesta quinta-feira, 26 de junho, com a missão de combinar entretenimento de alto nível com o universo da Fórmula 1. Apesar de previsível em alguns momentos, o filme compensa os clichês com cenas de corrida empolgantes e uma direção técnica de excelência, que promete agradar não apenas aos fãs do automobilismo.
O diretor Joseph Kosinski, conhecido por “Top Gun: Maverick”, entrega novamente uma produção com foco total na ação. A diferença é que, dessa vez, os motores rugem mais alto que os caças. Com câmeras colocadas estrategicamente dentro dos carros, o cineasta insere o espectador diretamente no traçado dos circuitos, com efeitos sonoros que amplificam cada curva, frenagem e ultrapassagem.
Segundo o site G1, a narrativa acompanha um piloto veterano interpretado por Brad Pitt, que vê em uma equipe desacreditada a última chance de fazer história na Fórmula 1. O personagem assume a missão de salvar a escuderia da falência com uma vitória improvável, ao lado de um novo parceiro de equipe impulsivo, vivido por Damson Idris. Kerry Condon assume o papel da engenheira responsável pelo projeto, enquanto Javier Bardem interpreta o dono do time e antigo amigo do protagonista.
Embora o roteiro não traga grandes surpresas, com diálogos típicos de filmes esportivos dos anos 1980 e reviravoltas esperadas, o elenco sustenta a narrativa com química afiada e performances carismáticas. A proposta do filme não é reinventar o gênero, mas sim reforçar o apelo cinematográfico de grandes histórias de superação e rivalidade.
Além do apelo dramático, “F1” se destaca tecnicamente. Kosinski aposta em realismo nas pistas, ao recriar com precisão as condições de corrida, as reações dos carros aos diferentes compostos de pneus e até o impacto das mudanças aerodinâmicas. Tudo isso é amplificado por um sistema de som imersivo, que exige uma boa estrutura de áudio para que o espectador aproveite a experiência completa.
Mesmo com algumas falhas, como a narração que acompanha os personagens desde a largada, quebrando a tensão de certas cenas, o filme mantém o ritmo alto o suficiente para prender a atenção. O destaque está na capacidade da direção de fazer o público sentir cada curva como se estivesse dentro do cockpit.
“F1” pode não ser o filme mais inovador da temporada, mas entrega um espetáculo visual que celebra o cinema como espaço ideal para grandes emoções esportivas. A produção reafirma que corridas bem filmadas podem ser tão empolgantes quanto perseguições ou combates, consolidando Kosinski como um dos nomes mais relevantes da ação contemporânea.
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O evento terá caráter beneficente e contará com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira, atletas com passagem por grandes clubes do futebol nacional e nomes ligados ao futebol pernambucano.
Detalhes da história ainda não foram divulgados, mas a promessa é que a nova versão faça alterações e atualize de alguma forma a primeira obra.
"Os estúdios às vezes buscam grandes vencedores do Oscar, mas os vilões mais eficazes costumam ser atores que o público reconhece, mas não conhece completamente", disse fonte ligada a produção do longa.
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