A informação foi divulgada na segunda-feira, 16 de fevereiro, por sua esposa, Luciana Pedraza. Segundo comunicado, o ator faleceu de forma tranquila em sua residência.
Robert Duvall. Foto: Reprodução/Paramount.
Robert Duvall morreu no domingo, 15 de fevereiro, aos 95 anos, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada na segunda-feira, 16 de fevereiro, por sua esposa, Luciana Pedraza. Segundo comunicado, o ator faleceu de forma tranquila em sua residência, no estado da Virgínia. A família não informou a causa da morte.
Luciana publicou uma mensagem nas redes sociais e afirmou que o marido partiu cercado de amor e carinho. Ela destacou a importância de Duvall para o cinema e também para sua vida pessoal.
Robert Duvall construiu uma trajetória de destaque em Hollywood. Ele interpretou Tom Hagen em O Poderoso Chefão (1972), papel que impulsionou sua carreira e lhe rendeu indicação ao Oscar. O ator voltou a viver o personagem em O Poderoso Chefão: Parte II (1974). Ao longo da carreira, Duvall recebeu sete indicações ao Oscar. Ele conquistou a estatueta por sua atuação em A Força do Carinho (1983).
O primeiro trabalho do ator no cinema ocorreu em O Sol É Para Todos (1962), no qual interpretou Boo Radley. Em 1969, ele trabalhou com o diretor Francis Ford Coppola no drama Caminhos Mal Traçados.
Na década de 1970, Robert Duvall participou de produções que marcaram o cinema norte-americano. Em 1976, ele atuou em Network, no papel de um executivo de televisão, desempenho que lhe garantiu nova indicação ao Oscar.
Três anos depois, ele integrou o elenco de Apocalypse Now, também dirigido por Francis Ford Coppola. O trabalho ampliou o reconhecimento internacional do ator e consolidou sua presença em grandes produções. Com mais de seis décadas de atuação, Robert Duvall acumulou personagens que se tornaram referência no cinema mundial.
Morreu neste domingo, 15 de fevereiro de 2026, aos 83 anos, o ex-presidente nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Renato Rabelo. A confirmação foi feita pela legenda em nota oficial divulgada ainda pela manhã. Figura histórica da política brasileira, Rabelo deixa uma trajetória marcada por décadas de militância, lutas sociais e atuação parlamentar que influenciaram gerações de lideranças de esquerda no país.
Renato Rabelo estava internado em um hospital no Rio de Janeiro, onde vinha tratando de problemas de saúde relacionados à idade. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada pela família ou pelo partido, mas lideranças políticas e correligionários já começaram a prestar homenagens nas redes sociais e em comunicados públicos, lembrando o ex-dirigente como um “companheiro dedicado e incansável”.
Nascido em 1942, Renato Rabelo viveu grande parte de sua vida dedicado à militância política. Durante o período da ditadura militar no Brasil, ainda jovem, integrou movimentos de oposição ao regime e foi perseguido pelo aparato repressivo da época. Sua trajetória de resistência marcou os primeiros anos de sua vida pública, consolidando-o como uma voz firme contra autoritarismos e em favor dos direitos civis e políticos.
Ao longo da redemocratização brasileira, Rabelo participou ativamente da reorganização de partidos de esquerda e se destacou por sua habilidade de diálogo com diferentes setores da sociedade. Tornou-se presidente nacional do PCdoB e liderou o partido por anos em momentos de intenso debate sobre reformas sociais, desenvolvimento econômico e inclusão. Foi também candidato em diversas eleições, conquistando reconhecimento por sua postura ética e firmeza ideológica.
Os correligionários de Renato Rabelo ressaltam que sua atuação ajudou a fortalecer a presença do PCdoB em diferentes frentes políticas e sociais. “Ele acreditava na construção coletiva, no debate e na resistência popular como caminhos para transformar o Brasil”, afirmou um dirigente do partido em nota oficial.
Rabelo também era lembrado por sua capacidade de articular alianças e dialogar com outras forças progressistas, mantendo firme compromisso com causas como reforma agrária, direitos dos trabalhadores e políticas de igualdade racial e de gênero. Para muitos analistas políticos, sua trajetória simboliza a persistência de setores da esquerda brasileira em tempos de intensas polarizações e desafios democráticos.
No cenário político, líderes de diferentes partidos e correntes lamentaram a morte de Renato Rabelo. Nas redes sociais, políticos destacaram sua contribuição para a vida democrática do Brasil e sua dedicação à construção de um projeto político voltado à justiça social. A presidente nacional do PCdoB, em comunicado, afirmou que o Brasil perdeu “um gigante da política”, e que o exemplo de Rabelo permanecerá vivo nas lutas do presente e do futuro.
Ainda não há informações sobre o velório ou sepultamento, mas as direções partidárias informaram que mais detalhes serão divulgados assim que confirmados pela família.
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