Lua Fases. Foto: Reprodução/ Internet
Nesta sexta-feira, 27 de junho de 2025, a Lua está em sua fase nova. A mudança marca o encerramento de mais um ciclo e o início de um novo período de lunação. Com isso, o satélite natural da Terra se posiciona entre o planeta e o Sol, o que impede sua visualização a olho nu. A próxima fase, a Lua crescente, está prevista para começar no dia 2 de julho.
O ciclo lunar, conhecido como lunação, tem uma duração média de 29,5 dias e é dividido em quatro fases principais: nova, crescente, cheia e minguante. Cada uma delas dura, aproximadamente, uma semana e influencia diretamente na visibilidade do satélite a partir da Terra. A progressão dessas fases resulta das posições relativas entre Sol, Terra e Lua.
Durante o mês de junho, o calendário lunar apresentou a seguinte sequência:
A atual fase nova teve início na última quarta-feira (25) e segue até o início da fase crescente, em 2 de julho. Neste momento, a Lua permanece no céu durante o dia, alinhada com o Sol, e por isso se torna invisível para os observadores da Terra.
As fases lunares resultam do ângulo de incidência da luz solar sobre a superfície da Lua, em relação à posição da Terra. Na fase nova, a face iluminada da Lua está voltada para o Sol e a face escura fica visível da Terra, o que explica a ausência de luminosidade. Já na fase crescente, o satélite começa a ganhar contornos visíveis, com um formato semelhante à letra "C" quando observado do Hemisfério Sul.
A fase cheia acontece quando a Lua se posiciona no lado oposto ao Sol, em relação à Terra, permitindo que a luz solar ilumine totalmente sua superfície visível. É a fase em que o satélite aparece de forma mais brilhante e redonda no céu noturno. Já na minguante, a luminosidade começa a diminuir gradualmente, com aparência que lembra a letra "D", também de acordo com a perspectiva do Hemisfério Sul.
Apesar de a Lua ser a mesma para todos os habitantes do planeta, sua aparência varia conforme a localização do observador. No Hemisfério Sul, a imagem do satélite aparece “invertida” em relação ao que se vê no Hemisfério Norte. Esse fenômeno acontece devido à posição da Terra em relação à Lua, causando a rotação visual da imagem observada.
Outro detalhe interessante é que sempre enxergamos a mesma face da Lua. Isso ocorre porque o tempo que ela leva para completar uma volta em torno de si mesma (rotação) é o mesmo que leva para girar ao redor da Terra (translação), o que mantém o mesmo lado voltado para nós.
Atualmente, a Lua está a aproximadamente 399.877 quilômetros da Terra. Essa distância varia levemente ao longo do ano devido à órbita elíptica do satélite ao redor do planeta. Essa oscilação influencia marés, eclipses e até o tamanho aparente da Lua no céu, fenômeno que pode ser notado durante as chamadas “superluas”.
O ciclo lunar sempre despertou curiosidade e inspirou diversas culturas ao longo da história. Além da observação científica, a Lua influencia práticas populares, como agricultura, pesca, rituais religiosos e até cortes de cabelo. As fases lunares também continuam sendo tema de estudos astronômicos que buscam compreender melhor a interação gravitacional entre a Terra e seu satélite.
Com o céu limpo e condições favoráveis, a fase crescente que se aproxima será uma boa oportunidade para observar novamente o brilho do satélite natural, visível principalmente nas primeiras horas da noite. Para quem acompanha as fases da Lua, a transição do ciclo oferece momentos ideais para contemplar a beleza e as transformações do céu.
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