Valentino Garavani. Foto: Reprodução/Instagram.
Nesta segunda-feira, 19 de janeiro, a fundação do estilista Valentino Garavani informou a morte do criador italiano aos 93 anos, em Roma. O comunicado divulgado nas redes sociais confirmou que o estilista morreu em sua residência, cercado por familiares e pessoas próximas.
A fundação informou que o funeral ocorrerá na Basílica Santa Maria degli Angeli e dei Martiri, em Roma, na sexta-feira, 23 de janeiro. O velório acontecerá antes da cerimônia, nos dias quarta-feira, 21, e quinta-feira, 22 de janeiro, permitindo que admiradores, amigos e representantes do setor prestem as últimas homenagens ao estilista.
Valentino Garavani nasceu em 1932 e iniciou sua formação profissional ainda jovem. Após passar quase dez anos em Paris, ele retornou à Itália e abriu sua casa de alta-costura em Roma, no ano de 1959. Em pouco tempo, seu trabalho ganhou reconhecimento fora do país.
Já em 1962, o nome Valentino alcançou projeção internacional, consolidando-se entre os grandes criadores da época. Suas coleções chamaram atenção pelo estilo elegante e pelo cuidado com os detalhes, características que se tornaram marcas registradas de seu trabalho.
Ao longo da carreira, Valentino vestiu atrizes e personalidades de destaque, como Sophia Loren, além de figuras influentes da sociedade internacional, entre elas Jacqueline Kennedy Onassis. O estilista também desenvolveu linhas de prêt-à-porter para homens e mulheres.
O ex-ministro e ex-deputado federal Raul Jungmann morreu na noite deste domingo (18), aos 77 anos, em Brasília. Ele estava internado no Hospital DF Star e lutava há anos contra um câncer no pâncreas. O quadro de saúde havia se agravado nos últimos meses, exigindo cuidados intensivos.
Natural de Recife (PE), Jungmann construiu uma longa trajetória na vida pública brasileira, marcada pela atuação em diferentes áreas estratégicas do Estado. Ao longo da carreira, ocupou cinco ministérios e exerceu mandatos como deputado federal por Pernambuco, consolidando-se como um dos nomes mais experientes da política nacional nas últimas décadas.
A militância política de Jungmann teve início ainda durante o período da ditadura militar, quando integrou o Partido Comunista Brasileiro (PCB), então na clandestinidade. Com a redemocratização, participou da fundação do Partido Popular Socialista (PPS), legenda pela qual se elegeu deputado e manteve atuação por décadas.
No governo de Fernando Henrique Cardoso, Jungmann esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e das Políticas Fundiárias, conduzindo debates sensíveis sobre reforma agrária, preservação ambiental e conflitos no campo. Sua atuação nesse período foi marcada pela tentativa de conciliar desenvolvimento econômico e responsabilidade social.
Anos depois, retornou ao primeiro escalão do governo federal durante a gestão de Michel Temer, quando assumiu o Ministério da Defesa e, em 2018, o então recém-criado Ministério da Segurança Pública. À frente da pasta, enfrentou um cenário de forte pressão por respostas à escalada da violência e pela reorganização da política nacional de segurança.
Após deixar cargos públicos, Jungmann continuou atuando em instituições ligadas ao setor produtivo e ao debate sobre desenvolvimento nacional, mantendo participação ativa em eventos e discussões sobre o futuro do país.
A morte de Raul Jungmann gerou repercussão entre lideranças políticas de diferentes correntes ideológicas, que ressaltaram sua experiência, capacidade de diálogo e dedicação ao serviço público. Ele deixa familiares, amigos e um legado construído ao longo de mais de quatro décadas na política brasileira.
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