Orgulho e Preconceito. Foto: Reprodução/Internet.
O romance “Orgulho e Preconceito”, um dos títulos mais amados da literatura mundial e que teve uma das adaptações para o cinema em 2005, ganhará uma nova exibição nos cinemas do Brasil. O relançamento está marcado para 11 de dezembro e celebra os 20 anos da produção que conquistou milhões de espectadores ao redor do mundo.
Foi dirigido por Joe Wright em sua estreia como diretor nos cinemas, o filme se destacou pela abordagem sensível e pela estética marcante. A produção traz Keira Knightley no papel da determinada Elizabeth Bennet e Matthew Macfadyen como o reservado e inflexível Sr. Darcy, dupla que conquistou o público com química e interpretações elogiadas.
Com orçamento de US$ 28 milhões, o longa arrecadou mais de US$ 121 milhões nas bilheterias mundiais e recebeu quatro indicações ao Oscar de 2006: Melhor Atriz, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte.
“Orgulho e Preconceito” foi publicado em 1813 e permanece como o romance mais conhecido de Jane Austen. A escritora concluiu o texto quando tinha cerca de 20 anos, inicialmente sob o nome “Primeiras Impressões”.
A trama acompanha Elizabeth Bennet, segunda de cinco irmãs de uma família aristocrática rural, em meio às pressões sociais do início do século XIX. O enredo destaca temas como casamento, reputação, moral e as barreiras que surgem quando ela conhece o reservadoSr. Darcy.
O filme de 2005 conquistou destaque pelo visual cuidadosamente construído. A fotografia de Roman Osin alterna tons suaves para momentos românticos e cores mais densas para instantes de conflito. A trilha sonora, composta por Dario Marianelli, reforça a ambientação emocional da história.
Para os admiradores do filme, o retorno às telonas oferece a chance de reviver a atmosfera do romance em grande escala, celebrando duas décadas de uma adaptação que marcou o público e o cinema.
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O evento terá caráter beneficente e contará com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira, atletas com passagem por grandes clubes do futebol nacional e nomes ligados ao futebol pernambucano.
Detalhes da história ainda não foram divulgados, mas a promessa é que a nova versão faça alterações e atualize de alguma forma a primeira obra.
"Os estúdios às vezes buscam grandes vencedores do Oscar, mas os vilões mais eficazes costumam ser atores que o público reconhece, mas não conhece completamente", disse fonte ligada a produção do longa.
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