O Militar alegou “questões familiares e de natureza pessoal” para abrir mão da indicação feita pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
23 de dezembro de 2022 às 17:53
O coronel Nivaldo César Restivo, escolhido para assumir a Secretaria Nacional de Políticas Penais na futura gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, declinou do cargo, segundo nota divulgada na tarde desta sexta-feira, 23 de dezembro. O coronel já comandou PMs denunciados por agredir presos, logo após 111 serem mortos, em 1992, no episódio conhecido como Massacre do Carandiru. Leia também: >>>Lula confirma os nomes de José Múcio, Haddad, Dino, Rui Costa e Mauro Vieira como os primeiros ministros em seu governo; saiba em quais ministérios Ele alegou “questões familiares e de natureza pessoal” para abrir mão da indicação feita pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Na nota, ele ainda agradece a indicação, acrescentando que, “em que pese a motivação e o entusiasmo para contribuir, precisei considerar circunstâncias capazes de interferir na boa gestão”.
A principal delas, segundo o coronel, “é a impossibilidade de conciliar a necessidade da dedicação exclusiva ao importante trabalho de fomento das Políticas Penais, com o acompanhamento de questões familiares de natureza pessoal. Assim, reitero meus agradecimentos ao Ministro Flavio, na certeza de que seu preparado conduzirá ao êxito da imprescindível missão que se avizinha”.
Integrantes do Grupo de Trabalho de Transição (GT) de Segurança Pública e Justiça assinaram uma nota, ontem, manifestando “constrangimento, decepção e vergonha” pela indicação do coronel Nivaldo César Restivo para a Secretaria Nacional de Políticas Penais. A escolha foi anunciada na quarta-feira, 21 de dezembro, por Flávio Dino (PSB). Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Metrópoles
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