Imagem ilustrativa de uma mulher dormindo em uma cama. Foto: Freepik
A busca por noites mais tranquilas leva muitos adultos e adolescentes a revisarem seus hábitos de descanso. Estudos recentes apontam que o intervalo entre 22h e 23h costuma ser o período mais adequado para a maioria das pessoas iniciar o sono. Esse horário se aproxima do ritmo natural do corpo e favorece funções essenciais, como a regulação hormonal e o equilíbrio cardiovascular.
Os especialistas explicam que o organismo segue um ciclo interno, conhecido como ritmo circadiano, que organiza processos como temperatura corporal, produção de hormônios e disposição ao longo do dia.
Nesse ciclo, o corpo começa a liberar melatonina, substância que induz o sono, por volta das 21h. Quando a pessoa reduz estímulos e se prepara para dormir entre 22h e 23h, ela aproveita melhor esse pico natural, o que tende a oferecer um descanso mais eficiente.
Ainda assim, o horário ideal varia conforme o estilo de vida, as demandas diárias e até as características de cada pessoa. Muitos adultos só percebem o impacto dessa janela de sono quando sentem melhora na disposição e na concentração ao longo do dia. A rotina também desempenha um papel decisivo. Dormir e acordar sempre nos mesmos horários ajuda o corpo a entender quando deve relaxar e quando deve estar ativo, algo que melhora a qualidade do sono de forma contínua.
Outro ponto importante envolve a duração ideal do descanso. Pesquisas reforçam que adultos precisam de 7 a 9 horas de sono por noite para manter funções cognitivas e emocionais equilibradas. Por isso, a hora de deitar deve permitir que a pessoa complete esse ciclo antes de iniciar suas atividades diárias. Quando a noite termina de forma brusca ou com poucas horas de descanso, o corpo reage com cansaço, irritação e queda de desempenho.
Os especialistas também lembram que as pessoas têm preferências naturais. Algumas se adaptam melhor ao início do dia e acordam com mais facilidade nas primeiras horas da manhã. Outras rendem mais tarde e se sentem produtivas durante a noite. Essas diferenças não representam problema, desde que a rotina não comprometa a quantidade de horas dormidas e a recuperação física e mental.
Para identificar sua própria “janela de ouro”, muitos profissionais orientam que a pessoa observe os sinais do corpo. O momento em que o sono começa a chegar, a facilidade para adormecer e o nível de energia durante o dia são indicadores simples, mas eficazes. Quando a rotina respeita esses sinais, o descanso tende a ocorrer de forma mais natural.
A regularidade aparece como um dos fatores mais importantes. O corpo responde melhor quando recebe horários estáveis, inclusive nos fins de semana. Mudanças bruscas, como dormir mais tarde apenas em alguns dias, podem desregular o ritmo interno e trazer sensação de fadiga ao longo da semana.
Embora o intervalo entre 22h e 23h seja apontado como ideal para a maioria, a adaptação sempre considera a realidade de cada pessoa. Quem trabalha em turnos, por exemplo, precisa ajustar o descanso para horários diferentes. Nesses casos, a consistência continua sendo o ponto central.
Definir um horário para dormir envolve observar o próprio ritmo, organizar a rotina e garantir tempo suficiente para uma noite completa. A qualidade do sono influencia humor, memória, disposição e até a saúde do coração. Por isso, compreender como o corpo funciona ajuda a transformar o descanso em parte essencial do dia a dia.
Esse conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médica. Quem enfrenta dificuldade para dormir ou passa por alterações constantes na rotina deve buscar avaliação profissional.
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