Foto Ilustração. Foto: Gerada por IA
Pouca gente sabe, mas o Brasil chegou a escavar um poço no meio da floresta amazônica, no Pará, para possíveis testes nucleares subterrâneos — e por muito pouco não se tornou a próxima potência atômica do planeta. O episódio, encerrado simbolicamente por Fernando Collor em 1990, foi o ponto final de um projeto militar secreto que atravessou décadas, envolveu espionagem industrial, contrabando de tecnologia alemã e planos surreais como detonar uma bomba para "comemorar" o fim da ditadura.
Durante a Guerra Fria, o Brasil correu por fora para dominar o ciclo completo do combustível nuclear, criando um programa paralelo ao civil, longe dos olhos do Congresso e da comunidade internacional. Cientistas e militares desenvolveram centrífugas de última geração, enriqueceram urânio por conta própria e até negociaram com a China para obter plutônio. O plano foi longe, a ponto de gerar preocupação real entre potências como os EUA.
Hoje, o Brasil é uma potência nuclear pacífica, com tecnologia avançada e planos ambiciosos, como o primeiro submarino nuclear da América Latina. Mas a trajetória até aqui foi tudo, menos previsível.
A matéria completa, com documentos, depoimentos e fotos históricas pode ser lida no site da Revista Sociedade Militar
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