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Piso dos professores: MEC informa que reajuste será acima de 4,26%; confira detalhes

MEC confirma que piso dos professores da educação básica terá aumento real em 2026, acima da inflação de 4,26%. Entenda o impacto e o contexto da decisão.

Redação

13 de janeiro de 2026 às 12:35   - Atualizado às 17:49

Piso dos professores.

Piso dos professores. Foto: Agência Brasil

O piso nacional dos professores da educação básica deve receber um reajuste acima da inflação em 2026. A informação foi confirmada na última quinta-feira, 8 de janeiro, pelo Ministério da Educação, após declaração do ministro Camilo Santana

A sinalização garante que o aumento do salário mínimo da categoria superará o índice inflacionário registrado no país, assegurando ganho real aos profissionais do magistério.

A manifestação do MEC ocorre em meio a um cenário de insatisfação entre professores, sindicatos e especialistas em educação. Pelas regras que vinham sendo adotadas nos últimos anos, o reajuste projetado para 2026 ficaria em torno de 0,37%. O percentual gerou críticas imediatas, já que não compensaria as perdas acumuladas no poder de compra da categoria diante da alta do custo de vida.

Reajuste acima da inflação

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que a inflação oficial encerrou o ano em 4,26%. Diante desse número, o ministro reforçou que o piso do magistério não ficará limitado a esse patamar mínimo. A fala indicou que o governo federal pretende aplicar uma correção superior ao índice inflacionário, garantindo aumento real aos professores da educação básica em todo o país.

Atualmente, o piso nacional do magistério está fixado em R$ 4.867,77 para uma jornada de 40 horas semanais. Caso fosse aplicado apenas o reajuste de 0,37%, previsto pela fórmula em vigor, o valor subiria para cerca de R$ 4.885,87. Na prática, o aumento representaria pouco mais de 18 reais no salário mensal, número considerado insuficiente por educadores de diferentes redes públicas.

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Com a garantia de um reajuste acima da inflação, o impacto financeiro se torna mais relevante. Considerando o índice inflacionário de 4,26%, o aumento mínimo seria de R$ 204,41, valor que amplia o ganho real da categoria e responde, ao menos em parte, às reivindicações apresentadas nos últimos meses. O percentual exato do novo reajuste ainda não foi divulgado pelo ministério.

Fórmula

O piso nacional do magistério funciona como referência mínima para o pagamento dos professores da educação básica em todo o Brasil. Estados e municípios precisam respeitar esse valor como base salarial, embora possam pagar valores superiores de acordo com suas políticas locais e condições orçamentárias. Por isso, qualquer alteração no piso gera impacto direto nas contas públicas das redes estaduais e municipais de ensino.

A discussão sobre o reajuste também envolve o debate sobre a defasagem salarial acumulada pela categoria. Professores apontam que, mesmo com correções periódicas, os salários não acompanharam o aumento dos preços nos últimos anos. A alta nos custos de alimentação, transporte e moradia ampliou a pressão sobre o orçamento dos profissionais da educação básica.

Ao garantir um aumento acima da inflação, o Ministério da Educação sinaliza que reconhece esse cenário. A declaração do ministro busca reduzir a tensão entre o governo federal e os profissionais da educação, que vinham cobrando uma revisão da fórmula de cálculo do piso. A expectativa da categoria é que o novo modelo considere não apenas indicadores fiscais, mas também a valorização efetiva do magistério.

O MEC ainda não detalhou quando apresentará oficialmente o novo percentual de reajuste nem quais critérios utilizará no cálculo final. A pasta também não informou se haverá mudanças estruturais na fórmula que define o piso nacional. Mesmo assim, a confirmação de ganho real já altera o cenário projetado inicialmente e muda o tom do debate entre governo e educadores.

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