Montanha russa Firewhip, do parque Beto Carrero World. Créditos: Divulgação
A nova montanha russa do Beto Carrero está no centro de um ambicioso plano de expansão que promete reposicionar o parque entre os principais destinos de entretenimento da América Latina. A atração, que será integrada à futura área temática de Bob Esponja, foi anunciada como uma das mais tecnológicas e caras já construídas no Hemisfério Sul. Com previsão de inauguração em 2028, o projeto faz parte de um pacote de investimentos de bilhões de reais em novas áreas e hotéis, com foco em experiências imersivas e de padrão internacional.
Além de ser o grande chamariz da nova área da Fenda do Biquíni, a montanha russa do Beto Carrero foi pensada para dialogar com diferentes públicos, do fã de atrações radicais ao visitante que busca diversão em família. O parque descreve o brinquedo como “familiar, mas apimentado”, indicando um equilíbrio entre intensidade e acessibilidade. A aposta é oferecer um percurso longo, cheio de surpresas e efeitos especiais, sem exceder os limites de conforto que afastariam parte do público.
O anúncio reforça a estratégia de transformar o parque em um complexo de entretenimento de destino, capaz de motivar viagens específicas e estadas mais longas. A combinação de nova área temática, hotéis integrados e a assinatura de uma grande fabricante internacional de atrações coloca a montanha russa do Beto Carrero no radar de fãs de parques dentro e fora do país. A expectativa é que o projeto mude de patamar a percepção do público sobre o parque e aumente significativamente o fluxo turístico.
Um dos principais destaques da nova montanha russa do Beto Carrero é a extensão do percurso: serão cerca de 1,4 km de trilhos, marca considerada expressiva mesmo em comparação com parques internacionais. Esse traçado permite combinar trechos mais suaves, voltados ao storytelling, com momentos de alta emoção, como curvas fechadas, mudanças bruscas de direção e trechos de alta velocidade. A intenção é que o visitante sinta a experiência como uma verdadeira jornada pelo universo de Bob Esponja, e não apenas uma sequência de quedas e loopings.
Outro ponto que chama atenção é o uso de múltiplos lançamentos ao longo do trajeto, em vez da tradicional subida inicial por corrente, comum em montanhas russas clássicas. Nesse modelo, o trem é impulsionado várias vezes, inclusive com acelerações de frente e de costas, criando picos recorrentes de adrenalina. Na prática, isso torna a montanha russa do Beto Carrero mais dinâmica, com diferentes “atos” de intensidade ao longo do percurso, sem depender de uma única grande queda para gerar a sensação de emoção.
O projeto também prevê pelo menos 18 momentos de gravidade zero, em que os passageiros têm a sensação de flutuar no assento. Esses “airtimes” são considerados por muitos fãs de parques como um dos efeitos mais desejados em uma montanha russa moderna. Ao espalhar esses pontos de gravidade reduzida pelo layout, a montanha russa do Beto Carrero tende a proporcionar uma experiência variada, alternando trechos de maior pressão com momentos em que o corpo se desprende suavemente do assento.
Entre as inovações planejadas está o uso de assentos em duplo nível, em que duas pessoas sentadas lado a lado ocupam alturas diferentes. Esse desenho altera a percepção de altura, proximidade dos trilhos e das estruturas ao redor, aumentando o impacto visual de curvas, túneis e elementos de cenário. Em um mesmo trem, cada passageiro deve vivenciar a montanha russa do Beto Carrero com enquadramentos distintos, o que estimula a vontade de repetir o passeio em lugares diferentes.
Parte do percurso será indoor, em trecho fechado que permite o uso de projeções, trilha sonora sincronizada, iluminação programada e efeitos especiais. Essa combinação abre espaço para cenas em que a narrativa de Bob Esponja e seus amigos assume protagonismo, aproximando o brinquedo de uma atração híbrida entre montanha russa e dark ride. Ao sair desse segmento interno e retornar à parte externa, a montanha russa do Beto Carrero reforça o contraste entre imersão temática e sensação de velocidade a céu aberto.
O desenho dos trilhos também foi pensado para dialogar com outras atrações da área, criando cruzamentos visuais, pontos em que trens passam próximos uns dos outros e enquadramentos fotográficos para quem acompanha do solo. A intenção é transformar não só a experiência de quem embarca, mas também o visual geral da área da Fenda do Biquíni, com a montanha russa do Beto Carrero servindo como elemento cenográfico em constante movimento.
A nova área temática inspirada em Bob Esponja foi anunciada como a maior do mundo dedicada ao personagem, construída em parceria com a detentora da marca. O projeto inclui cenografia detalhada da Fenda do Biquíni, com fachadas que remetem ao Abacaxi do Bob Esponja, ao Balde de Lixo, ao Sirigueijo, à casa de Pedra do Patrick e a outros ícones do desenho. Nesse contexto, a montanha russa do Beto Carrero funciona como eixo central de uma narrativa maior, que se estende pelos demais brinquedos, lojas e áreas de alimentação.
O conceito é que o visitante caminhe pela área se sentindo dentro do desenho animado, encontrando personagens, ouvindo músicas conhecidas e, em determinado momento, embarcando na grande aventura oferecida pela montanha russa do Beto Carrero. A imersão deve ser reforçada por filas temáticas, préshows e elementos interativos que antecedem o embarque. Para famílias com crianças, essa construção de expectativa é tão importante quanto a experiência em si, pois prolonga o encanto antes e depois do passeio.
Além da montanha russa, a área deve contar com atrações de menor intensidade, voltadas ao público infantil e à contemplação, o que ajuda a distribuir melhor os visitantes pelo espaço. Isso reduz a sensação de superlotação e permite que quem não gosta de fortes emoções ainda assim desfrute do universo da Fenda do Biquíni. Nesse cenário, a montanha russa do Beto Carrero assume o papel de “clímax” da área, mas não de única opção relevante.
Para dar conta da expectativa de alta procura, o projeto prevê operação com múltiplos trens e estação dupla, em que embarque e desembarque acontecem em plataformas separadas. Esse modelo agiliza o fluxo, reduz o tempo de ciclo e aumenta a capacidade horária da montanha russa do Beto Carrero. Em dias de grande movimento, esse tipo de solução faz diferença direta no tempo de fila e na satisfação do visitante, especialmente em viagens de apenas um dia.
Os sistemas de controle, frenagem e segurança devem seguir padrões internacionais adotados por grandes fabricantes e parques estrangeiros. Em atrações de grande porte, procedimentos de inspeção diária, manutenção preventiva e treinamento específico de operadores são parte essencial da operação. A expectativa é que a montanha russa do Beto Carrero seja acompanhada de protocolos robustos, alinhados às normas técnicas do setor de parques de diversão.
Do ponto de vista da experiência global, um único brinquedo dessa escala tem potencial para reposicionar a imagem do parque. Para muitos visitantes, a decisão de viagem passa por saber se há uma grande atração de destaque que justifique o deslocamento. A chegada da montanha russa do Beto Carrero, somada à nova área temática e a outros investimentos paralelos, pode transformar o parque em destino de repetição frequente, com famílias planejando voltar a cada nova fase inaugurada.
A nova montanha russa do Beto Carrero integra um pacote mais amplo de investimentos em estrutura, hospedagem e novas atrações. O plano inclui a construção de hotéis temáticos no entorno do parque, ampliando a oferta de hospedagem integrada e estimulando estadas mais longas. Isso aumenta o ticket médio por visitante, impulsiona a economia local e favorece a criação de empregos em setores como hotelaria, alimentação e transporte.
Ao apostar em marcas globais como Bob Esponja e em uma montanha russa do Beto Carrero com padrão semelhante ao de parques de referência internacional, o complexo se aproxima do modelo de destino turístico consolidado. Essa estratégia pode atrair não apenas famílias em férias, mas também fãs de parques temáticos que viajam especificamente em busca de novas experiências radicais. Em médio e longo prazo, o movimento tende a fortalecer o turismo de entretenimento e a abrir espaço para novos eventos, festivais e ações promocionais.
Para o setor de parques no país, projetos desse porte ajudam a elevar o padrão de referência e estimulam outros empreendimentos a investir em modernização e inovação. A disputa pela atenção do público passa cada vez mais por experiências imersivas, narrativas envolventes e tecnologia embarcada. Nesse contexto, a montanha russa do Beto Carrero surge como um símbolo de uma nova fase para o entretenimento temático, pautada por grandes parcerias, storytelling e engenharia avançada.
1
2
3
4
19:34, 06 Mar
28
°c
Fonte: OpenWeather
A pré-candidata enfrenta resistência para compor chapas em Pernambuco devido à rejeição eleitoral e cálculos estratégicos.
Sistema SinPatinhas cria identificação digital gratuita para pets e reúne dados para políticas de proteção animal no Brasil.
Aplicativo amplia funções para usuários em 2026 e inclui edição de mensagens, transcrição de áudios e mais controle sobre o Status.
mais notícias
+