Eclipse solar. Foto: Reprodução/ Internet
Um dos eventos astronômicos mais fascinantes voltará a chamar atenção em um futuro distante. A Nasa anunciou que o eclipse solar total mais longo já previsto ocorrerá em 16 de julho de 2186. O fenômeno terá duração de 7 minutos e 29 segundos e será visível em sua totalidade em regiões da América do Sul, como Colômbia, Venezuela e Guiana.
Eclipses solares acontecem quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando parcial ou totalmente a luz solar que atinge o planeta. Esse bloqueio projeta uma sombra sobre a superfície terrestre, criando o fenômeno visível a olho nu, desde que observadores tomem os cuidados necessários com a visão.
Embora os eclipses solares parciais ocorram em média duas vezes por ano em diferentes pontos do planeta, os eclipses solares totais são bem mais raros. Eles se repetem, em média, a cada 18 meses, mas dificilmente são visíveis do mesmo local em dois eventos consecutivos.
Em 2024, o mundo assistiu a um dos eclipses totais mais aguardados da década. Milhares de pessoas se reuniram em cidades dos Estados Unidos e do México, deslocando-se para os pontos com melhor visibilidade do fenômeno. Durante o evento, a Lua cobriu completamente a face visível do Sol, transformando o dia em noite por alguns minutos em plena luz do dia.
Esse tipo de fenômeno é raro e intenso, e desperta grande interesse tanto de astrônomos quanto do público em geral. A escuridão repentina, a mudança na temperatura e a reação dos animais compõem um cenário que impressiona a todos que presenciam um eclipse total.
A projeção da Nasa indica que o eclipse de 2186 terá seu ápice nos céus do norte da América do Sul. Cidades da Colômbia, Venezuela e Guiana estarão localizadas na faixa de totalidade, ou seja, onde será possível ver o Sol completamente encoberto pela Lua.
No Brasil, assim como em outros países próximos dessa faixa geográfica, o fenômeno será visível de maneira parcial. Mesmo sem o apagão completo da luz solar, o evento deverá causar escurecimento significativo e poderá ser acompanhado com equipamentos adequados.
A previsão para o eclipse mais longo da história se baseia em cálculos astronômicos precisos. A duração estimada de 7 minutos e 29 segundos representa o limite superior conhecido para eclipses totais. Isso porque, para um eclipse durar tanto tempo, é necessário que a Lua esteja em seu ponto mais próximo da Terra (perigeu) e o Sol em seu ponto mais distante (afelio), aumentando o tempo em que a sombra da Lua permanece sobre o planeta.
Além disso, o alinhamento entre os corpos celestes deve ser quase perfeito, o que torna esse tipo de ocorrência extremamente raro. O último eclipse solar total com duração próxima foi registrado em 1973, com 7 minutos e 4 segundos.
A Nasa mantém calendários detalhados sobre todos os eclipses previstos nos próximos séculos. Esses dados ajudam a comunidade científica a planejar observações e a entender melhor a dinâmica entre os astros do sistema solar.
Enquanto o fenômeno de 2186 ainda está muito distante para a maioria das pessoas vivas hoje, os eclipses solares seguem sendo motivo de fascínio e estudo em todo o mundo. Seja em sua forma parcial ou total, o espetáculo natural segue despertando curiosidade, admiração e muitas câmeras apontadas para o céu.
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