Skin Care com menstruação. Foto: Gemini e Reprodução/@awakened_fem1n1n1ty
Uma prática que mistura estética, simbolismo e polêmica voltou a circular com força nas redes sociais. A chamada “máscara facial com sangue menstrual” tem atraído curiosas e adeptas ao redor do mundo e ganhou bilhões de visualizações em plataformas como o TikTok.
A técnica, que propõe aplicar o próprio sangue no rosto, aparece sempre acompanhada de relatos que prometem desde melhorias na acne até sensação de reconexão com o próprio corpo.
Nas redes, influenciadoras descrevem o ritual como um gesto de aceitação do ciclo menstrual e de valorização do feminino. Em muitos desses relatos, a prática aparece associada a ideias de cura simbólica e reconciliação com a menstruação, ainda tratada como tabu em diversos espaços.
Além do apelo espiritual e emocional, parte das pessoas que aderem ao ritual cita possíveis benefícios dermatológicos. Um estudo publicado em 2016 no World Journal of Plastic Surgery analisou componentes do sangue menstrual e identificou elementos presentes também em cosméticos de alta performance. Entre eles:
Enquanto a tendência cresce, dermatologistas têm usado suas próprias plataformas para reforçar os perigos do procedimento caseiro. O alerta recai principalmente sobre a falta de esterilização.
O sangue menstrual pode trazer secreções vaginais, tecidos e microrganismos capazes de provocar inflamações, alergias e infecções na pele. A preocupação aumenta quando a coleta é feita sem qualquer método asséptico, o que elimina qualquer garantia de segurança.
A viralização da máscara menstrual reacende lembranças de um procedimento famoso entre celebridades: o PRP Facial, conhecido como “Vampire Facial”. O tratamento, popularizado pelas irmãs Kardashian, utiliza o plasma rico em plaquetas extraído do sangue do próprio paciente.
A diferença central está no ambiente clínico, na esterilização e na manipulação técnica. Esses fatores tornam o procedimento seguro e controlado, ao contrário da prática caseira que circula nas redes.
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