CNH Foto: Lidiana Cuiabano/Detran-MT
O processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) mudou de forma significativa no Brasil. Com novas regras já em vigor, candidatos agora podem obter a CNH sem autoescola, tornando todo o procedimento mais acessível, flexível e barato. A alteração, considerada uma das maiores na legislação de trânsito dos últimos anos, promete democratizar o acesso à habilitação, especialmente para quem não podia arcar com os altos custos das autoescolas tradicionais.
A primeira etapa para quem deseja tirar a CNH sem autoescola é simples: basta acessar o site ou aplicativo do Detran do estado onde o candidato reside. O cadastro inicial exige apenas três requisitos básicos, ter 18 anos completos, saber ler e escrever e possuir CPF e documento de identidade.
Com essa etapa digitalizada, o candidato não precisa enfrentar filas ou agendamentos presenciais, o que representa avanço em agilidade e redução de burocracia.
Uma das mudanças mais celebradas é a flexibilização do curso teórico. Antes exclusivo das autoescolas, ele agora pode ser feito de diferentes formas:
A medida amplia o acesso ao conteúdo e permite que o candidato estude no próprio ritmo, sem depender da carga horária rígida dos centros de formação.
Os exames médico e psicológico permanecem no processo da CNH sem autoescola, e são realizados mediante taxas cobradas pelo próprio Detran. Essas avaliações seguem sendo etapas essenciais para avaliar a aptidão física e mental do futuro motorista.
Na fase prática, a mudança é considerada histórica. A carga mínima obrigatória caiu de 20 horas para apenas 2 horas. Além disso, o candidato pode escolher com quem deseja aprender:
O carro usado nas aulas e no exame pode ser o próprio veículo do candidato, desde que esteja regularizado e dentro dos requisitos de segurança exigidos.
Essa flexibilização torna o aprendizado mais próximo da realidade do motorista e reduz drasticamente os custos do processo.
Apesar das mudanças, o exame teórico continua obrigatório. O candidato deve acertar pelo menos 70% das questões para ser aprovado. Em caso de reprovação, é possível repetir o teste quantas vezes forem necessárias, mediante pagamento da taxa.
Outra novidade é que o processo de habilitação deixa de ter validade de um ano. Agora, mesmo que o candidato demore a concluir alguma etapa, não precisará reiniciar tudo, evitando desperdício de tempo e dinheiro.
As regras da CNH sem autoescola representam uma mudança estrutural no trânsito brasileiro. Com mais autonomia, menos custos e maior flexibilidade, milhares de brasileiros devem conseguir dar início ao processo para dirigir legalmente.
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