Pessoa simulando aplicação de Ozempic. Foto: Divulgação
As canetas emagrecedoras surgiram como um recurso para acelerar a perda de peso, prometendo auxiliar dietas e aumentar a queima de gordura. No entanto, seu uso exige cautela, pois pode trazer efeitos colaterais, sendo a perda de massa muscular um dos mais preocupantes.
Especialistas explicam que, ao reduzir gordura rapidamente, o corpo pode perder também a massa magra, fundamental para o metabolismo e o bom funcionamento do organismo. Além disso, o uso inadequado pode causar fadiga, alterações no apetite e problemas digestivos.
O acompanhamento de um profissional de saúde, como nutricionista ou médico, é essencial. “Nenhum produto sozinho garante emagrecimento saudável. Alimentação balanceada e exercícios físicos continuam sendo indispensáveis”, afirma a nutricionista Carla Mendes.
Muitos usuários encaram as canetas como uma solução rápida, esquecendo que hábitos saudáveis são determinantes para o resultado a longo prazo. Monitorar a massa muscular ajuda a evitar que a perda de gordura ocorra às custas de músculos essenciais para força e resistência.
Embora práticas e populares, as canetas emagrecedoras não substituem dieta ou exercícios. A escolha do produto deve considerar histórico de saúde, efeitos colaterais e possíveis interações medicamentosas.
Além disso, a publicidade desses produtos pode gerar expectativas irreais. Por isso, é fundamental que informações sobre dosagem, tempo de uso e efeitos adversos estejam claras antes da compra.
Em resumo, as canetas emagrecedoras podem servir como apoio temporário à dieta, mas não oferecem emagrecimento milagroso. O acompanhamento profissional e a adoção de hábitos saudáveis continuam sendo as formas mais seguras e eficazes de emagrecer sem comprometer a saúde.
Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos em perfis no Instagram “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
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