Psiquiatra Augusto Cury, conhecido por ser o autor brasileiro mais lido na última década Foto: Divulgação/FLOW
O psiquiatra Augusto Cury, conhecido por ser o autor brasileiro mais lido na última década, compartilhou reflexões profundas sobre Jesus Cristo, traição e aprendizado humano durante uma entrevista ao Flow Podcast. A conversa trouxe à tona o olhar do especialista sobre como líderes e pensadores históricos enfrentaram situações extremas e como isso pode inspirar o comportamento humano contemporâneo.
Cury começou narrando sua experiência de estudo sobre Jesus Cristo, destacando o momento da traição por Judas Iscariotes. “Fiquei perplexo. Como pode, no exato momento em que Judas o beija, Jesus reage de uma maneira que a psicologia, a sociologia e até a psicopedagogia não conseguem prever?”, afirmou. Para ele, o episódio simboliza o golpe traumático da traição, que geralmente vem de pessoas próximas, e não de inimigos.
O psiquiatra observa que, diante da traição, a reação típica seria agressão ou recuo. No entanto, Jesus “olhou para o seu traidor e o exaltou, chamando-o de amigo”. Para Cury, essa atitude revela uma inteligência emocional e moral que ultrapassa o tempo: Jesus não tinha medo de ser traído; ele tinha medo de perder um amigo.
Segundo Cury, essa abordagem ilustra o método de questionamento profundo: “Ele queria que o ser humano encontrasse o mais importante endereço da sua existência. Ele não dava respostas prontas; queria que cada aluno elaborasse suas próprias respostas”. O psiquiatra resumiu a lição em uma frase: “Nunca alguém tão grande se fez tão pequeno para tornar os pequenos grandes.”
Durante a entrevista, Cury também traçou paralelos com outros grandes pensadores da história, como Albert Einstein e Sigmund Freud, destacando suas limitações humanas frente às críticas e desafios. Ele contrastou a grandeza de Jesus com a genialidade científica, ressaltando que, apesar da fama de Einstein e Freud, nenhum deles demonstrou a mesma capacidade de abraçar aqueles que o traíam ou contrariavam.
Ao final, Cury refletiu sobre sua própria jornada intelectual e espiritual: “E aí virou cristão? E virou cristão sem fronteiras. O maior ateu que já andou na Terra foi estudar Jesus.” A declaração sintetiza a admiração do psiquiatra pela profundidade ética e emocional do mestre da espiritualidade cristã.
A entrevista completa com Augusto Cury reforça a importância de liderança, inteligência emocional e capacidade de perdoar como ferramentas essenciais não apenas para a vida espiritual, mas também para o desenvolvimento psicológico humano.
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