Jovem morto por leoa em zoológico de João Pessoa. Foto: Montagem/Rede Social
A administração do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa, afirma que não existe qualquer cogitação de sacrificar a leoa Leona, envolvida no ataque que causou a morte de um jovem que invadiu o recinto no último domingo. A informação reforça a posição do zoológico, que concentra os esforços em acompanhar o estado físico e emocional do animal e em ajustar protocolos de segurança.
Leona permanece no espaço onde vive, estimulada pela rotina de cuidados com veterinários e tratadores. A equipe destaca que a leoa responde bem aos estímulos e mantém o comportamento habitual quando está com profissionais que fazem parte de seu convívio diário. O vídeo divulgado pelo parque, que mostra a leoa interagindo de forma tranquila com a equipe, sustenta a posição dos especialistas de que ela não representa risco fora de situações de ameaça ou invasão.
O laudo do Instituto Médico Legal esclarece que o jovem morreu após sofrer choque hemorrágico causado pelo perfuramento de vasos no pescoço. A perícia aponta que a lesão ocorreu devido à mordida da leoa. O documento também destaca que o animal não chegou a se alimentar do corpo, o que reforça o entendimento dos veterinários de que o comportamento observado decorreu de uma reação instintiva ao perceber o intruso dentro do recinto.
O zoológico explicou que o jovem ultrapassou múltiplas barreiras de segurança antes de acessar a área da leoa. A direção detalha que ele escalou a estrutura externa, passou pelas grades e entrou no espaço interno utilizado pela equipe técnica, aproximando-se ainda mais do local onde o animal circula. As autoridades confirmam que o episódio se deu de forma rápida e inesperada, sem qualquer oportunidade de intervenção por parte dos funcionários.
Leona vive no parque há anos e possui histórico considerado estável pelos profissionais que atuam com ela. A espécie, naturalmente territorial, reage a ameaças dentro de seu espaço, afirma a equipe veterinária. Por isso, especialistas reforçam que a atitude do animal não configura comportamento fora do padrão de um felino de grande porte em situação de invasão.
Após o ataque, o parque decidiu reforçar a observação diária de Leona. A equipe acompanha sua alimentação, suas respostas aos comandos e sua interação com o ambiente. Os profissionais seguem um protocolo que inclui monitoramento constante e registro de comportamentos, prática comum após eventos traumáticos envolvendo animais silvestres.
A administração afirma que também revisa os protocolos de segurança para visitantes, mesmo com os recintos atendendo às normas vigentes. A análise procura identificar ajustes que possam minimizar riscos em situações excepcionais, como invasões. A equipe técnica ressalta que os recintos seguem especificações estruturais recomendadas, mas, ainda assim, busca aprimoramentos possíveis.
O zoológico afirma que a prioridade é preservar o bem-estar dos animais sob sua guarda. A posição contrária ao abate se mantém firme desde o início das apurações, apoiada por veterinários, biólogos e técnicos que acompanham Leona diariamente. O parque reforça que o foco recai sobre a proteção da fauna e sobre a prevenção de novos incidentes.
Ao mesmo tempo, os responsáveis pelo espaço mantêm contato com autoridades para colaborar com as investigações. A equipe compartilha registros, relatórios e análises que ajudam a esclarecer o contexto do ataque e a dinâmica da invasão. Esse trabalho integra o conjunto de providências adotadas para garantir transparência e segurança.
A rotina de Leona segue em observação, mas sem alterações bruscas. A equipe avalia cada comportamento com atenção e registra sinais que possam indicar estresse. Até agora, os profissionais afirmam que a leoa reage de forma estável ao ambiente.
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