A atualização segue diretrizes do chamado ECA Digital, que determina que plataformas online adotem níveis mais altos de proteção para crianças e adolescentes como padrão.
Adolescente mexendo no WhatsApp Foto: Reprodução/IA.
O WhatsApp começou a liberar, no Brasil, novas configurações de privacidade voltadas a usuários com menos de 18 anos. A atualização altera principalmente quem pode visualizar informações do perfil de adolescentes.
Com a mudança, o aplicativo impede que contas desse público utilizem a opção “Todos” nas configurações de “Última vez visto”, “Sobre” e “Links”. O x mantém apenas as alternativas “Ninguém”, “Meus contatos” e “Meus contatos, exceto…”.
A nova regra reduz a exposição pública de dados pessoais. A partir da atualização, pessoas que não fazem parte da lista de contatos do adolescente não conseguem visualizar o horário em que ele esteve online pela última vez, a descrição do perfil ou links adicionados, como redes sociais.
Caso o usuário já tivesse selecionado a opção “Todos” antes da alteração, o próprio aplicativo realiza o ajuste automático para “Meus contatos”. O sistema também exibe um aviso informando que aplicou a mudança por causa da legislação brasileira.
A atualização segue diretrizes do chamado ECA Digital, que determina que plataformas online adotem níveis mais altos de proteção para crianças e adolescentes como padrão. Com isso, o WhatsApp passa a aplicar configurações mais restritivas automaticamente para esse grupo. A medida reforça o controle sobre informações pessoais e busca ampliar a segurança de usuários menores de idade dentro do ambiente digital.
Usuários identificaram a novidade inicialmente na versão 2.26.8.7 do WhatsApp Beta para Android. A empresa libera o recurso de forma gradual para testadores. Até o momento, o WhatsApp não divulgou data oficial para disponibilizar a atualização na versão estável para todos os usuários no país. Como o recurso já entrou em fase de testes públicos, a expectativa é que a implementação mais ampla ocorra em breve.
A Meta avalia a criação de planos pagos para WhatsApp, Facebook e Instagram, com foco na oferta de recursos exclusivos para parte dos usuários. A informação ganhou destaque após publicação do TechCrunch e indica que a empresa não pretende cobrar mensalidade básica para acesso às redes sociais. A proposta mira funcionalidades extras, voltadas principalmente para produtividade, criatividade e uso ampliado de inteligência artificial dentro das plataformas.
Segundo as informações divulgadas, a ideia não envolve restringir funções essenciais, como troca de mensagens, acesso ao feed ou visualização de stories. A Meta mantém o modelo gratuito como base dos serviços. A empresa discute a criação de uma camada adicional, opcional, para quem deseja ferramentas mais avançadas. O Olhar Digital reforçou que a companhia planeja investir em novos recursos, mas ainda não detalhou quais funcionalidades entrariam nesses pacotes premium.
A estratégia segue um movimento que já aparece em outras empresas de tecnologia. Plataformas digitais buscam novas fontes de receita além da publicidade, especialmente em um cenário de maior concorrência e mudanças no mercado de anúncios. A Meta, dona das três redes, enfrenta esse desafio e tenta diversificar a forma de monetização sem afastar a base de usuários.
De acordo com o TechCrunch, a empresa trabalha com a possibilidade de implementar esses planos pagos “nos próximos meses”. A Meta ainda não divulgou uma data oficial para o início dos testes nem informou em quais países a novidade pode surgir primeiro. A companhia também não confirmou valores, formatos de assinatura ou critérios para adesão.
Outro ponto destacado pelas publicações envolve a separação entre os planos premium e o serviço de verificação das contas. Atualmente, a Meta oferece a verificação paga para criadores de conteúdo, artistas, políticos e outras figuras públicas. Esse serviço continuará independente e não fará parte dos novos pacotes em estudo. A empresa mantém a verificação como um recurso específico, com regras próprias e foco em autenticidade e segurança.
No caso do WhatsApp, especialistas observam que a plataforma já possui soluções voltadas para empresas, como o WhatsApp Business e ferramentas de atendimento. Ainda assim, a Meta não confirmou se os planos premium atingiriam usuários comuns, empresas ou ambos. O que se sabe até agora é que a proposta envolve recursos extras, sem alterar o funcionamento básico do aplicativo.
No Facebook e no Instagram, a discussão sobre planos pagos surge em meio a constantes mudanças nas ferramentas para criadores. A Meta investe em recursos de edição, publicação, análise de desempenho e inteligência artificial. A empresa vê nessas áreas uma oportunidade de oferecer diferenciais para quem busca maior produtividade ou deseja criar conteúdo de forma mais profissional.
Apesar das especulações, a Meta não apresentou uma lista oficial de funcionalidades. A empresa também não indicou se os planos premium terão integração entre as três plataformas ou se cada rede contará com um modelo próprio de assinatura. As informações disponíveis apontam apenas para a intenção de testar o formato, sem compromissos públicos com uma estrutura final.
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