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Vigilante adormece com cigarro aceso, provoca incêndio e fogo destrói caminhões e máquinas

Inicialmente, o vigilante havia afirmado que teria sido vítima de um assalto e relatou que os criminosos teriam provocado as chamas antes de fugirem.

Gabriel Alves

06 de fevereiro de 2026 às 11:51   - Atualizado às 11:56

Caminhões queimados após incêndio provocado por vigilante.

Caminhões queimados após incêndio provocado por vigilante. Foto: PCGO/Divulgação

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) concluiu, na quinta-feira, 5 de fevereiro, uma investigação que apurava um incêndio de grandes proporções em um pátio localizado às margens da BR-153, no município de Uruaçu (GO), na região norte do Estado. No dia do ocorrido, em 13 de janeiro, as chamas destruíram caminhões e máquinas pesadas, gerando um prejuízo milionário. (veja vídeo abaixo)

O trabalhador, durante as apurações da Delegacia de Uruaçu, afirmou ter sido vítima de um assalto e relatou que os responsáveis teriam provocado o fogo, sendo apontado então como criminoso. A partir disso, a versão do vigilante foi questionada no decorrer da investigação.

Exames periciais e análises técnicas foram realizadas com apoio da Superintendência de Inteligência da PCGO e Polícia Científica. Os resultados descartaram a hipótese inicial de que as chamas teriam sido provocadas de maneira intencional por terceiros. Os laudos apontaram, em contrapartida, que o incêndio iniciou-se na cabine de um dos caminhões.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Pelas provas reunidas, o vigilante confessou que as chamas foram causadas de forma culposa. O homem admitiu que estava fumando dentro do automóvel quando adormeceu com o cigarro ainda aceso, dando origem ao incêndio. Ele reconheceu também que criou o relato do roubo para tentar se eximir da responsabilidade.

O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Judiciário, após os esclarecimentos dos fatos. O vigilante foi indiciado pelo crime de incêndio culposo, quando não há intenção de provocar o incidente.

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Incêndio em hospital

Um paciente morreu durante a transferência da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, após o incêndio que atingiu o complexo hospitalar no dia 30 de janeiro, na Zona Oeste da capital paulista.

A morte foi confirmada no sábado (31) pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. De acordo com a instituição, o paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave antes da ocorrência.

A transferência foi necessária em razão da interrupção no fornecimento de energia elétrica provocada pelo incêndio. Durante o deslocamento, a equipe médica prestou assistência imediata, mas o paciente não resistiu. O Icesp divulgou nota lamentando o falecimento e informou que está oferecendo apoio e solidariedade aos familiares.

Durante a ocorrência, oito dos 21 pacientes que estavam na unidade precisaram ser removidos. Cinco foram encaminhados ao Instituto do Coração e outros três ao Instituto Central do Hospital das Clínicas. A operação contou com a atuação conjunta do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Em comunicado oficial, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o incêndio teve início na área técnica da caldeira e do gerador de energia do Icesp, localizada na área externa do prédio do InCor, dentro do mesmo complexo hospitalar. A fumaça se espalhou pelo local e atingiu áreas da própria secretaria.

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