Caminhões queimados após incêndio provocado por vigilante. Foto: PCGO/Divulgação
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) concluiu, na quinta-feira, 5 de fevereiro, uma investigação que apurava um incêndio de grandes proporções em um pátio localizado às margens da BR-153, no município de Uruaçu (GO), na região norte do Estado. No dia do ocorrido, em 13 de janeiro, as chamas destruíram caminhões e máquinas pesadas, gerando um prejuízo milionário. (veja vídeo abaixo)
O trabalhador, durante as apurações da Delegacia de Uruaçu, afirmou ter sido vítima de um assalto e relatou que os responsáveis teriam provocado o fogo, sendo apontado então como criminoso. A partir disso, a versão do vigilante foi questionada no decorrer da investigação.
Exames periciais e análises técnicas foram realizadas com apoio da Superintendência de Inteligência da PCGO e Polícia Científica. Os resultados descartaram a hipótese inicial de que as chamas teriam sido provocadas de maneira intencional por terceiros. Os laudos apontaram, em contrapartida, que o incêndio iniciou-se na cabine de um dos caminhões.
Pelas provas reunidas, o vigilante confessou que as chamas foram causadas de forma culposa. O homem admitiu que estava fumando dentro do automóvel quando adormeceu com o cigarro ainda aceso, dando origem ao incêndio. Ele reconheceu também que criou o relato do roubo para tentar se eximir da responsabilidade.
O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Judiciário, após os esclarecimentos dos fatos. O vigilante foi indiciado pelo crime de incêndio culposo, quando não há intenção de provocar o incidente.
Um paciente morreu durante a transferência da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, após o incêndio que atingiu o complexo hospitalar no dia 30 de janeiro, na Zona Oeste da capital paulista.
A morte foi confirmada no sábado (31) pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. De acordo com a instituição, o paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave antes da ocorrência.
A transferência foi necessária em razão da interrupção no fornecimento de energia elétrica provocada pelo incêndio. Durante o deslocamento, a equipe médica prestou assistência imediata, mas o paciente não resistiu. O Icesp divulgou nota lamentando o falecimento e informou que está oferecendo apoio e solidariedade aos familiares.
Durante a ocorrência, oito dos 21 pacientes que estavam na unidade precisaram ser removidos. Cinco foram encaminhados ao Instituto do Coração e outros três ao Instituto Central do Hospital das Clínicas. A operação contou com a atuação conjunta do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Em comunicado oficial, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o incêndio teve início na área técnica da caldeira e do gerador de energia do Icesp, localizada na área externa do prédio do InCor, dentro do mesmo complexo hospitalar. A fumaça se espalhou pelo local e atingiu áreas da própria secretaria.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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