Operação da polícia que prendeu o trio. Foto: Divulgação/PCPE
Dois homens e uma mulher foram presos suspeitos de integrar uma quadrilha responsável por uma série de assaltos a lojas de departamento no Recife, Região Metropolitana e Zona da Mata de Pernambuco. As prisões ocorreram na quinta-feira, 11 de junho, durante a operação "Queda de Sinal", deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).
A ação contou com a participação de 15 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães, e cumpriu mandados de prisão na capital e em Olinda.
De acordo com informações repassadas pelo delegado João Paulo, os criminosos tinham como alvos grandes redes varejistas, como Lojas Americanas, Casas Bahia, Magazine Luiza e Nagem.
As investigações começaram em março de 2025, por meio da Delegacia de Polícia de Roubos e Furtos, com o objetivo de desarticular a associação criminosa. O grupo é acusado de praticar crimes de roubo, porte ilegal de arma de fogo e adulteração de sinal identificador de veículos.
Segundo a Polícia Civil, o bando atuava de forma organizada e especializada, utilizando veículos roubados, adulterados e clonados pelos próprios integrantes para realizar os assaltos. As ações criminosas eram violentas e envolviam o uso de armas de fogo, configurando roubo majorado.
"Diversas vítimas procuraram as autoridades para relatar as abordagens agressivas sofridas durante os crimes. As ações do grupo foram registradas por câmeras de segurança e confirmadas por imagens já em posse da investigação", informou a PCPE.
A corporação acrescentou também que as apurações continuam para identificar outros envolvidos.
Quatro integrantes de um grupo criminoso foram presos no dia 4 de junho, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, suspeitos de aplicar o conhecido “golpe do bilhete premiado”. As prisões aconteceram após uma operação da Polícia Civil de Pernambuco, que monitorava os suspeitos desde o domingo (1º).
O grupo havia chegado recentemente ao estado, vindo do Rio Grande do Sul, com o objetivo de enganar novas vítimas. Outros dois envolvidos, já residentes no Recife, também foram identificados.
De acordo com a polícia, o golpe consiste em abordar vítimas com a história de que possuem um bilhete premiado da Mega-Sena. Os criminosos convencem a pessoa a trocar o suposto bilhete por uma quantia em dinheiro, sob falsas promessas de lucro.
Segundo o delegado Alfredo Jorge, da Seccional de Boa Viagem, os criminosos atuavam de forma organizada, com funções bem definidas.
“Um recebia o dinheiro, outro se passava por um ‘coitadinho’, e um terceiro fingia estar ajudando, para reforçar a farsa”, explicou o delegado.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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