Ao menos 64 pessoas, entre policiais e criminosos, morreram nesta terça-feira, 28 de outubro, durante a megaoperação no Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha.
Traficantes do CV sendo filmados sendo detidos. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Durante a megaoperação nos complexos da Penha e Alemão, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 28 de outubro, traficantes do Comando Vermelho, ao ficarem encurralados por agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (PMERJ) na casa de uma moradora, pediram para a dona do imóvel filmar a ação dos militares como garantia de não serem alvejados. (veja vídeo abaixo)
Ao menos 64 pessoas, entre policiais e criminosos, morreram nesta terça-feira, 28 de outubro, durante uma megaoperação no Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha para tentar prender integrantes do Comando Vermelho (CV), conforme a mais recente atualização. A facção reagiu e lançou bombas por meio de drones.
No total, cerca de 2,5 mil policiais civis e militares participaram da ofensiva. No Alemão e na Penha, 48 escolas tiveram as atividades afetadas. Além do clima de medo nas favelas, houve interferência na Linha Amarela do Metrô e tentativas de bloqueio da Avenida Brasil.
À tarde, o governador Cláudio Castro (PL) afirmou que ao menos 31 fuzis foram apreendidos na operação. Segundo ele, há também policiais civis e militares baleados na ação, mas não confirmou os números. Um dos agentes mortos é Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, da 53ª DP (Mesquita).
A ação, que repete cenas de guerras, expõe o poder crescente do crime organizado no País e as dificuldades do poder público de reprimir o narcotráfico, com efeitos violentos para os moradores das comunidades pobres.
"Estamos em estado de atenção e alerta para possíveis retaliações. A polícia está toda na rua e todos os batalhões estão em prontidão", afirmou Castro.
"Até agora temos 56 criminosos presos, 18 criminosos neutralizados, 31 fuzis apreendidos, além de grande quantidade de drogas que ainda não tem como aferir porque eles estão no meio do combate ainda", acrescentou ele, que cobrou mais apoio do Ministério da Justiça.
O governo do Rio afirma que solicitou ajuda federal em uma operação anterior contra o CV, mas teve o pedido negado. Procurada, a pasta ainda não se manifestou.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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