Suspeito sendo preso e uma parte do material furtado. Fotos: Reprodução/TV Guararapes. Arte: Portal de Prefeitura
Um suspeito de 23 anos, identificado como Thiago Henrique de Castro Guimarães Lima, foi preso na tarde da quinta-feira, 26 de junho, após uma operação de agentes da Delegacia de Camaragibe, no Grande Recife, que faz parte da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), por ser suspeito de invadir e furtar a Prefeitura de São Lourenço da Mata.
A ação, que contou com o apoio da Guarda Municipal de São Lourenço, aponta que Thiago arrombou a sede da Secretaria de Finanças da gestão da cidade.
O suspeito furtou computadores, fios de cobre e produtos de limpeza. A polícia conseguiu encontrar o homem através de denúncias, em seu endereço.
Thiago Henrique também é apontado como responsável por um outro furto na mesma localidade. A partir disto, duas investigações diferentes serão conduzidas, sendo uma para apurar se o crime anterior é da mesma autoria.
"Na sua residência, ele guardava os objetos furtados desse prédio anexo à Secretaria de Finanças de Camaragibe e já havia tentado, inclusive, derreter os fios de cobre para possível revenda. E no local, se verificou que ele é reincidente, especificamente nessa prática, e usuário de drogas. Já foi internado algumas vezes e utiliza essa prática desse furto para sustentar o seu vício", afirma o delegado.
Uma mulher foi detida no dia 11 de junho, por furto de água em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. A prisão ocorreu durante uma fiscalização realizada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que investigava as causas de desabastecimento no habitacional localizado na Rua Malaquias Queiroz Silveira, no bairro Jardim Petrópolis.
Durante a inspeção, os técnicos da Compesa identificaram que seis apartamentos e uma obra vizinha estavam realizando ligações clandestinas de água. Todos os imóveis pertencem à mesma proprietária, que foi acionada e detida pela polícia. Ela foi levada à delegacia de Gravatá, onde prestou depoimento e foi autuada.
Segundo a Compesa, a ligação clandestina do condomínio já existia há cerca de oito anos, desde 2017, quando o fornecimento regular foi interrompido por inadimplência. No caso da obra em construção, o desvio estaria ocorrendo há aproximadamente um ano.
A companhia estima que o furto de água resultava em uma perda mensal de 170 metros cúbicos, volume suficiente para abastecer cerca de 17 residências com quatro moradores cada. No total, o prejuízo financeiro acumulado é de aproximadamente R$ 81 mil, somando o uso irregular no condomínio e na obra.
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