Suspeito de fraude sendo preso no Recife. Foto: TV Globo/Reprodução
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 2 de outubro, a Operação Última Fase, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes a concursos públicos. As ações ocorreram em Pernambuco, Alagoas e Paraíba, com cumprimento de mandados em diversas cidades dos três estados.
Em Pernambuco, os alvos foram o Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Paulista, na Região Metropolitana; Passira, no Agreste; e Araripina, no Sertão. Também houve operações em Maceió e Marechal Deodoro (AL), além de João Pessoa e Patos (PB).
Ao todo, a PF cumpriu 12 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, dois no Recife e um em Patos. Durante a ação, foram apreendidos veículos, computadores, celulares e uma quantia em dinheiro não divulgada.
Fraudes em concursos da Polícia Civil de Pernambuco e de Alagoas, no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) de 2024, além de seleções da Universidade Federal da Paraíba, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, estão entre as irregularidades apuradas pela Polícia Federal na Operação Última Fase, deflagrada nesta quinta-feira, 2 de outubro.
A ação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudar certames públicos.
De acordo com a PF, que contou com apoio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, incluindo afastamento de cargos públicos e sequestro de bens, nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. As medidas também tiveram participação do Ministério Público Federal na Paraíba.
Segundo as investigações, os candidatos beneficiados foram eliminados dos processos seletivos e afastados das funções públicas que já exerciam. Eles poderão responder por crimes de fraude em certame de interesse público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsificação de documento público.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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