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PM's aposentados são presos suspeitos de integrarem organização ligada a jogo do bicho e corrupção

A denúncia foi feita à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ). 

29 de janeiro de 2026 às 14:06   - Atualizado às 14:08

Marcos Antonio de Oliveira Machado e  Carlos André Carneiro de Souza.

Marcos Antonio de Oliveira Machado e Carlos André Carneiro de Souza. Foto: Reprodução

A segunda fase da Operação Petrorianos cumpriu nesta quinta-feira, 29 de janeiro, mandados de prisão de dois policiais militares aposentados, suspeitos de constituição de organização criminosa voltada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Eles fazem parte da segurança de familiares do contraventor Rogério de Andrade, que atualmente está preso em presídio federal.

A denúncia foi feita à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ). 

Em comunicado, o MPRJ diz que os mandados de prisão obtidos pelo Gaeco foram cumpridos em endereços na cidade do Rio de Janeiro e na Penitenciária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido como Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, identificado como Carneiro, que fazem parte da equipe de segurança pessoal do contraventor e prestam serviços diretos a Rogério de Andrade e a seus familiares, foram presos na manhã desta quinta-feira ,29 de janeiro. 

De acordo com o Gaeco, Carlos André, em conjunto com Rogério de Andrade, foi denunciado por subornar um policial militar da ativa para obter informações sigilosas sobre operações policiais e para direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos explorados por grupos criminosos rivais.

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Agência Brasil

Outra operação

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 29 de janeiro, a Operação Graco para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares. O deputado federal Eduardo Velloso (União-AC) é apontado como principal alvo da apuração.

Durante a operação, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar, em Rio Branco, capital do Acre, e também em seu apartamento funcional, em Brasília.

De acordo com a PF, a investigação tem como foco possíveis irregularidades na contratação de uma empresa responsável pela realização de shows musicais financiados pela Secretaria Municipal de Cultura de Sena Madureira (AC), em setembro de 2024.

As apurações indicam a suspeita de desvio de aproximadamente R$ 912 mil, provenientes de emendas parlamentares conhecidas como “emendas PIX”, modalidade que permite a transferência direta de recursos da União para estados e municípios, sem a exigência de prestação de contas prévia.

 








 

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