Dinheiro e armas apreendidas na operação e PM que morreu. Fotos: Divulgação e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um policial identificado como informante da quadrilha investigada foi morto na tarde da quinta-feira, 4 de dezembro, durante o desdobramento da operação deflagrada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Segundo fontes oficiais, o agente estava sob custódia quando tentou fugir e agrediu um dos policiais à guarda; ao ser confrontado, foi alvejado por disparos de arma de fogo e não resistiu aos ferimentos.
A ação do MPPE, executada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu 23 mandados judiciais entre Pernambuco e Piauí: 11 prisões temporárias e 12 buscas e apreensões. As medidas foram concentradas em Caruaru e Bezerros (PE) e Teresina (PI), com apoio do Gaeco do Piauí, das Polícias Civil, Militar e Penal, da Polícia Judiciária Militar e da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização de Pernambuco.
As investigações, iniciadas em fases anteriores, apontaram para a existência de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e ao comércio ilegal de armas. O grupo atuava como distribuidor em grande escala, coordenando armazenamento, abastecimento de pontos de venda e a compra, venda e manutenção de armamentos e munições.
Segundo o MPPE, um policial militar era responsável por vazar informações operacionais sigilosas ao bando, alertando líderes sobre ações de inteligência em curso.
Os delitos apurados na operação incluem organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio ilegal de arma de fogo, porte ilegal de arma, lavagem de dinheiro e violação de sigilo funcional. Somadas, as penas previstas para esses crimes podem superar 50 anos de reclusão.
A operação mobilizou equipes em Pernambuco e no Piauí e resultou em prisões e apreensões de material probatório. As autoridades informaram que detalhes adicionais sobre prisões, apreensões e indiciamentos serão apresentados em entrevista coletiva programada para ser realizada nas promotorias de Caruaru.
Da redação do Portal com informações do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
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